Erika Longone

Inclusão da criança com deficiência auditiva em salas comuns de ensino

Publicada em 06 de dezembro de 2010

Várias são as polêmicas existentes acerca da inclusão da pessoa com deficiência na classe comum de ensino, sobretudo quando falamos da deficiência auditiva. Essa dificuldade ou impossibilidade de perceber através da via auditiva os sons da fala provocou e ainda provoca inúmeras discussões no campo educacional. Alguns importantes documentos que versam sobre o direito de inclusão da pessoa com deficiência em salas comuns de ensino, como a Lei de Diretrizes e Bases de 1996 e a Declaração de Salamanca de 1994, consideram o aluno com deficiência auditiva uma exceção possível no processo de inclusão nas classes comuns das redes de ensino, uma vez que tais alunos necessitam de adaptações comunicativas, como a Língua Brasileira de Sinais, para que eles possam acompanhar o que é dito em sala de aula. Mas o meu questionamento é, será que o simples fato dos professores conhecerem a Língua Brasileira de Sinais é suficiente?
 
No meu ponto de vista, a escolarização do aluno com deficiência auditiva vai muitíssimo além da língua, se assim fosse não teríamos ouvintes normais com dificuldades de aprendizagem! A escola comum precisa propor ações que façam sentido para as crianças em geral e que possam ser compartilhadas com os alunos com deficiência auditiva. Isso vai muito além da língua a ser utilizada, os alunos com deficiência auditiva necessitam de ambientes educacionais estimuladores, desafiadores de seus pensamentos e de suas capacidades.
 
Acredito que ambientes educacionais estimuladores promovem a liberdade de escolha dos alunos e estimula a busca pela procura de novos caminhos e formas de convivência para a vida em coletividade, dentro e fora do ambiente escolar. Olhando por esse prisma, como seria atuar com alunos com deficiência auditiva em uma escola que valoriza as diferenças? Seria esse o caminho para trocarmos a escola excludente especial por uma escola de fato comum e includente e não uma escola excludente comum?
 
Outra importante reflexão se faz necessária. Quais são as adaptações ou processos curriculares necessários para promover a inclusão da pessoa com deficiência auditiva em ambientes educacionais comuns, aberta a todos e por isso verdadeiramente inclusiva?
 
Muitos questionamentos acerca da inclusão nos remetem a idade em que a inclusão educacional deve ocorrer. Particularmente acredito na inclusão desde o ensino infantil até o ensino superior. O contato precoce com as diferenças certamente terá como resultado final adultos tolerantes e abertos a aceitação do outro. Além disso, a inclusão precoce estimula o uso dos recursos que os alunos com deficiência auditiva necessitam para ultrapassar as barreiras impostas pelo processo educacional e com isso poderão fazer uso consciente de seus direitos escolares e exercerão sua cidadania.
 
Outro fator que merece atenção são as salas de Atendimento Educacional Especializado, as salas de Recuso. Nesse ambiente as crianças serão assistidas individualmente ou em grupo em período contrário ao da escola, e serão estimuladas com materiais pedagógicos diferenciados visando a superação das dificuldades de aprendizagem. Tais salas são de fundamental importância e garantirão a aprendizagem dos alunos com deficiência auditiva.
 
Portanto, quanto ao questionamento “é possível a inclusão de pessoas com deficiência auditiva na escola comum de ensino” a minha resposta é “claro, mas é uma questão muito maior que colocar crianças com diferentes características em um mesmo ambiente, precisamos mudar políticas públicas, precisamos quebrar paradigmas educacionais e, mais que tudo, precisamos exercer e ensinar a todas as crianças a exercerem sua cidadania”.

Comentários

Enviado em 14/12/10 às 11h41

Simone Freire (simone@espiralinterativa.com):

Olá Erika,
Muito bacana a sua coluna. Sou totalmente favorável a essa inclusão de crianças "especiais" nas salas de aula. Na escola onde minhas filhas estudam (Colégio Rio Branco) esse trabalho vem sendo conduzido de maneira bem bacana. Não há discriminação e as crianças convivem trocando experiências de forma bem construtiva. Um caso de sucesso que deveria ser seguido por outras instituições.
Obrigada pelos esclarecimentos.
Bjinho,
Simone

Enviado em 22/01/11 às 17h46

Elizete Mendes Pereira (elizete.cg@hotmail.com):

Oi! gostei demais de ler sua coluna. sou deficiente desde os 6 meses de idade,e até os cinco anos de idade,não falava e nem ouvia , pois os médicos não descobriam meu diagnóstico...mas um dia Deus abriu as portas e fez que uma professora e psicologa percebesse e me encaminhasse para fazer exames audiométricos,foi a partir dai que minha mãe me matriculou em uma escola para deficientes surdos e mudos.Passei 2 anos para desenvolver a fala e a audição, pois a essas alturas pude usar um aparelho auditivo. Com 8 anos fui estudar numa escola junto com as crianças normais e com muita dificuldade,pois mesmo com o auxilio do aparelho ,sentia ainda uma certa dificuldade para me entrosar com os professores e com a turma...as vezes eu entendia uma palavra ...mas era outra..e isso era motivo de zombaria...as vezes ,os professores ditava a aula para os alunos copiarem nos cadernos ...eu tinha que esperar alguém terminar de copiar pra poder me emprestar o caderno ...e muitas vezes não merecia a boa vontade dos meus"colegas",eu sofria com a rejeição...
Hoje,me considero mais que vitoriosa,pois consegui concluir meus estudos,provando para aqules que diziam a minha mãe que me ensinasse tricô e croche,pois eu não conseguiria terminar meus estudos...
Erica, gostaria que soubesse que meu sonho é terminar minha faculdade e fazer graduação para atuar nessa área.E meu desejo encontrar soluções para esses problemas.Só me entristeço porque perdi muito tempo da minha vida nessa batalha...mas não vou desistir!
Gostaria que me ajudasse, enviando matérias,vídeos e outros... dando-me idéias ou,dicas de como poderiamos trabalhar com crianças especiais,no geral...Fico muito agradecida se puder me ajudar.
Atenciosamente, Elizete.

Enviado em 04/05/12 às 16h17

Vilma Gonçalves Silva (vilmak-05@hotmail.com):

Muito bom esse artigo, já percebemos como avançou a questão da inclusão, meu filho de 9 anos comenta que tem uma amiga especial, mas todos da sala gosta dela e respeita, que sabe logo teremos de fato essa inclusão com mais recurso para o professor trabalhar melhor com esse aluno.

Enviado em 02/07/12 às 03h11

noemia (noeme_amore@hotmail.com):

eu ta auditiva de mão sim sei é eu quero ertão não sei cursa de tu to o que? em recife porque estavei kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Enviado em 26/09/12 às 12h19

Renata Silva dos Santos (renatasilva@bol.com.br):

Parabens por este artigo estou fazendo um trabalho para a faculdade e voce me ajudou muito gostaria de pedir se tiver algum material a mais sobre este assunto por favor me mande.obrigado

Enviado em 19/10/12 às 15h40

luzinete moura ferreira (netemoura-@hotmail.com):

adorei seu artigo sobre DA

Enviado em 24/10/12 às 01h43

angela (angelavitorino9@gmail.com):

Érica,gostei da matéria, tenho uma filha deficiente auditiva(severa), e ela começou a estudar aos 2 anos de idade, pois descubrir que ela não ouvia, ainda bebê. Agora estou fazendo um trabalho para a faculdade, tendo como tema a interação das pessoas com necessidades especias auditivas, pois penso que não basta só a inclusão a interação também muito importante. Se você tiver algum material para acrescentar neste trabalho gostaria que me enviasse.
Vou falar sobre o Administrador Escolar, voltado para essa crianças com deficiência auditiva.

Um abraço
Angela

Enviado em 17/12/12 às 13h40

Alessandra Oliveira (alessandra-mari@hotmail.com):

Gostaria de uma dica de livro para utilizar no meu tcc, do ano que vem que tem como título A Inclusão de Crianças com Deficiência Auditiva nas s´´eries iniciais do ensino fundamental, po favor me ajude. Obrigada, seu trabalho é maravilhoso.
Um abraço
Alessandra

Enviado em 21/01/13 às 00h35

virginia luna (virginialuna1@gmail.com):

Tenho 50 anos e estou perdendo a audição (neurossenssorial severo bilateral), não posso mais lecionar, busco orientação, cursos, especialização para continuar munha carreira profissional.

Enviado em 02/02/13 às 20h53

marta correa acosta (martaacosta@33hotmail.com):

sou a favor a inclusao de crianças com necessidades especiais nas escolas ,elas tem todo o direito de estudar e conviver com as outras crianças.

Enviado em 17/02/13 às 02h20

Juliano Tadeu Teixeira (jbarcha.rs@gmail.com):

Tenho passado e ainda passo por isso, por meio de meus colegas de sala de aula e, no meio universitário onde estudo.
Onde sou rejeitado e, não me aceitam fazer parte dos grupos de atividades, propostas pelo professor em sala de aula, ou nas aulas de laboratório que são somente em grupo.
E tem me causado sérios transtornos, porém nas atividades individuais me saio muito bem, mas nas de grupo, sempre sou excluído.
O que devo fazer, para poder ter meu direito de prosseguir meus estudos, sem obstáculos e rejeição por parte dos meus colegas.
já acionei o diretor do campus, o coordenador do meu curso e o núcleo de assistência social e nada até agora.
Penso em pedir ajuda e tomar providencias na Defensoria Pública da União.
Aguardo uma orientação, se possível.
Grato.

Enviado em 25/02/13 às 15h54

cristiane (criskip@hotmail.com):

seu trabalho é maravilhoso.

Enviado em 25/02/13 às 17h13

Géssica Silva Sousa (gessica_silvasousa@hotmail.com):

Meu nome é Géssica sou deficiente auditiva gostaria muito de conhecer outras pessoas igual a mim.
Gostaria de saber quais as cidades da Bahia que tem escolas especializadas p/deficientes auditivos.

Enviado em 14/03/13 às 18h22

Belizario Hitewavali (Belizario@email22.com):

A enclusão de pessoas com deficiêcia auditivas é muito importante porque têm necessidade de aprender como nós têm as caracteristicas e direitos como qualquer ser humano apenas a diferença é de eles terem essa deficiência .

Enviado em 18/03/13 às 07h20

iselma ferreira feitosa (iselmafeitosa@HOTMAIL.COM):

ESTOU CONCLUINDO O CURSO DE PSICOPEDAGOGIA E QUERIA UMA INDICAÇÃO DE UM LIVRO PRA MIM FASER O MEU TCC QUERO FASER SOBRE INCLUSÃO DE PESSOAS COM DEFICIENCIA AUDIDITIVA

Enviado em 19/04/13 às 23h40

Denise Domingues Ribeiro (denised0211@ig.com.br):

Tenho um Filho de 06 anos DA, não totalmente surdo, necessida do Ap Auditivo. Está no 1ano em escola publica. Logicamente adorei a idéia de inclusão. Mas não acho que os profissionais envolvidos (professores)não estejam prepardos para tal desafio. Eles(DA) precisam de atenção especial, e o professor tem que ficar atento a 1 aluno, no meio de 26 alunos... Mto dificil...Mas estou atenta, pois não quero que meu filho, fique esquecido, na questão aprendizado.Penso que inclusão está incluso tudo...Socialização e aprendizado!

Enviado em 02/06/13 às 20h30

marta correa acosta (martaacosta@33hotmail.com):

GOSTEI MUITO DO ARTIGO ESTOU CONCLUINDO MINHA PÓS EM EDUCAÇÃO ESPECIAL FOI IMPORTANTE A LEITURA DESSE ARTIGO.

Enviado em 25/06/13 às 14h11

Alessandra (alessandramanu@hotmail.com):

Gostei muito do texto, tenho um filho DA , que sofre muito na escola pois ele é injustiçado com as notas. Os professores não ligam acham que se ele está na sala ele é igual aos outros.Ele é inteligente ´só não ouve.Para a diretora da escola as leis não existem eu não sei mais o que faço . Pois as leis existem só não são cumpridas.

Enviado em 28/06/13 às 01h12

VERA ALMEIDA (veraalmeida41@gmail.com):

ÉRICA, GOSTEI MUITO DO SEU TEXTO, POIS TENHO UM FILHO DE 22 ANOS DEFICIENTE AUDITIVO,TENHO LUTADO MUITO, PARA QUE ELE CONCLUA SEUS ESTUDOS,MAIS NÃO ESTÁ FÁCIL, EXISTEM CIDADES QUE JÁ INCLUÍRAM ESSES ALUNOS APENAS NA REDE REGULAR, MAIS NÃO POSSUEM, INTERLOCUTORES PARA EFETIVAREM ESSE PROCESSO DE INCLUSÃO.PORTANTO, ESSES ALUNOS CONTINUAM EXCLUÍDOS.GOSTARIA DE UMA INFORMAÇÃO, QUANTO AO DIREITO DO ALUNO SURDO,TER TRADUÇÃO NO MOMENTO DA PROVA, PRECISO DA LEI ESPECIFICA PARA TRADUÇÃO.OBRIGADA

Enviado em 02/09/13 às 09h23

Ana Maria Ferreira de Almeida (almeida_ana1960@hotmail.com):

Está passando a hora da "inclusão" realmente acontecer de fato e direito, no meu entendimento falta vontade e aceitação da maioria dos professores, as leis estão aí e devem ser cumpridas, mas existe muita resistência, infelizmente, estão cercados de desculpas, mas as formações estão acontecendo a vários anos e temos uma ferramente fundamental que se chama internet, o nosso amigo "google" que é só perguntar,pesquisar, sempre comento isso com os professores. É uma luta, mas estamos caminhando a passos lentos! As salas de recursos é uma prova real, toda equipada, o que é necessário de fato é a preparação do professor para esse tipo de atendimento, principalmente nas cidades do interior.Tem outros fatores que interferem também!!

Enviado em 17/09/13 às 19h08

wlademir (wlademir.juquinha@bol.com.br):

Onde encontro uma escola pública com este nível de inclusão?
Grato. Wlademir.

Enviado em 11/10/13 às 12h27

Vagmar José de Almeida (vagmar.brascri@uol.com.br):

Erika, caso atenda crianças de baixa renda, temos vagas gratuitas para o ano de 2014.

A Brascri atende a crianças de dois a sete anos pertencentes a famílias de baixa renda. Os alunos assistem a aulas especializadas em educação infantil e pré-escolar, além de expressão artística e corporal, Libras (Língua Brasileira de Sinais), educação física, e informática. Recebem ainda três refeições diárias, material escolar assistência personalizada.

site: www.brascri.org.br/pt/

Enviado em 17/10/13 às 09h50

RÉGIS RIBEIRO (reggysribeiro51@gmail.com):

caríssima, curso Geografia pela UNEB e a atividade 06 de LIBRAS, é justamente sobre o que li neste editorial, que me orientou diante da questão da inclusão de surdos no processo educacional.
agradeço-te copiosamente.

Enviado em 20/11/13 às 13h42

Heldio fausto dos Santos Joaquim (heldiofaustojoaquim@gmail.com):

sou Heldio esudante do ensino basico na univerdade pedagogica,e professor da da Epc 25 de junho ceta em Mocuba,leccionando 2classas, gostei muito do vosso comentario, visto que dia pos dia me deparo com crianças com essas dificiencia,desejo tudo do bom e muita forxa.abraxos

Enviado em 09/12/13 às 15h43

Antonio Carlos Nunes da Silva (antonionh72@hotmail.com):

Erika tudo bem, achei ótima sua pagina, gostaria de se possível pedir alguma orientações a você,, a uns dois meses estou fazendo uma bateria de exames em meu filho de 3 anos e 7meses pois notamos demora dele iniciar a falar, e o diagnostico médico foi que ele tem perda severa de audição, foi indicado pra ele usar aparelho por três meses e dependendo do resultado talvez um possível procedimento de implante coclear, estamos meio perdidos pois não conheço ninguém com esse implante,,quais orientações iniciais você me daria. se for atendido desde já agradeço.

Att

Antônio Carlos

Enviado em 16/12/13 às 19h03

Claudia (kakaubrasil@live.com):

Olá Erika, muito boa a sua matéria.
Me interesso por este assunto em razão de escolher ele como base para o meu TCC.
Eu não sou contra a inclusão, sou contra a largar os alunos com necessidades especiais em uma escola onde não existe profissionais capacitados para isto, o que acaba prejudicando estas crianças. A lei deve ser cumprida, e estas crianças tem o direito de ter uma educação de qualidade.

Enviado em 28/01/14 às 11h41

Sandra Helena Leandro (sandrahleandro@bol.com.br):

Bom dia!!! Adorei o que vc escreveu e concordo plenamente.Meu filho estuda numa escola normal(particular).O que eu estou atras é saber quais são os direitos dele. Ele usa aparelho, faz fono e tem oralidade. Fala com dificuldade algumas palavras, mais sabe se expressar bem.Nossa luta agora na escola e a interpretação de texto, sua dificuldade atrapalha em algumas matérias.Queria saber se tem alguma lei que de suporte pra ele fazer prova oral em vez de escrita.
Isso ajudaria muito pra ele pode seguir em frente.Meu filho é muito inteligante, e a facilidade oral dele é bem maior que a escrita.
Erika você conhece alguma lei que ajude nesse caso???
Muito Obrigada pela sua atenção.
Sandra

Enviado em 31/01/14 às 10h14

Eliana Barbosa da Silva (elianasilva19@gmail.com):

Sou mãe de deficiente auditiva, sempre frequentou escola normal mas ainda não está alfabetizada, tem 11 anos e está no 6º ano e não sei como ajuda-la, pois a Escola diz que oferece o recurso mas não vejo vantagem. o que fazer?
Obrigada.

Enviado em 02/02/14 às 22h34

Adriana Marques (adrimsm0107@gmail.com):

Oi,Amei seu artigo Erika, gostaria se possível receber materiais sobre essa inclusão, pois meu tcc será esse tema te agradeço e parabéns!

Enviado em 06/02/14 às 10h30

MARGARETE SANTOS (margarete2santos@hotmail.com):

Estou em uma luta muito grande,pois tenho um filho de dezeseis anos que foi para uma escola publica aqui em BH,onde ele fica vagando sem saber porque esta ali sendo que a rede publica de ensino não da base a professores para receber crianças co necessidades especiais como o meu que teve paralisia cerebral e quando eu lutei para que ele volta-se para a escola especializada não permitiram,deixei meu trabalho,não permitiram que ele fique o dia inteiro na escola como as outras crianças,ja não sei o que faço pois preciso de sobreviver junto a ele e nada esse governo faz para nos ajudar.A escola dele aqui em BH é publica municipal e a resposta é sempre a mesma nada podemos fazer pois o prefeito não quer liberar mais pessoas para cuidar de seu filho e nem de outras crianças especiais ,para que então retirou o menino da escola que ele tinha todo cuidado e passar ele para uma escola que so fica quatro horas e que tive que largar meu emprego para ficar com ele.Deve ser para morremos juntos de fome !INCLUSAO FAJUTA!!!!

Enviado em 20/02/14 às 07h10

Maria (oabma@ig.com.br):

Sou estagiária de pedagogia numa escola publica e por falta de recursos financeiros, a escola não tem como pagar um professor especializado para atender a alunos com necessidades especiais, então me colocaram numa sala para auxiliar a professora, lido com uma criança de 6 anos que tem somente 15% de audição, mas além disso ela é muito agitada e agressiva, muitas vezes não sei como lidar com tal comportamento. O que devo fazer para ajudar nessa questão como estagiária "apenas"?

Enviado em 09/03/14 às 19h56

conceição (cafigueiredo20092@hotmail.com):

O professor necessita de muito treinamento e exemplos de sucesso para atuar com segurança a estes alunos e também aprender a lidar com o aprendizado de todos os alunos independente da situação dos mesmos.Simplesmente deixar um aluno que possui limitações em sala comum não basta. É preciso que o professor possa contar com suportes,conhecimento,material e ser bastante versátil em suas atividades contemplando assim O APRENDIZADO DE todos OS seus alunos.

Enviado em 14/03/14 às 18h35

Antonio Câmara (camara.corretor@yahoo.com.br):

Boa tarde!
Muito bom o seu artigo! Sobre tudo quando fala que políticas públicas devem ser fomentadas para para criar ambientes capazes de proporcionar uma inclusão eficaz.
Gostaria de saber se é possível você me indicar livros nessa área específica, pois estou construindo TCC para o curso de Direito, cujo tema é: "A Inclusão Educacional e Laboral da Pessoal com Deficiência Auditiva.
Desde já agradeço!

Enviado em 15/03/14 às 21h44

Edison Rodrigues oreira (edison.moreira@solvay.com):

boa noite Erika a minha filha e deficiente auditiva esta tendo muita dificuldade na escola estuda o sesi e reprovou o ano passado estamos acompanhando de perto conseguimos uma vaga numa escola municipal todas as terça feira com uma fono das 8:00 as 11:30 para trabalhar a libras e fala estudou 1 mes tava gostando das aulas so que a delegacia de ensino da minha cidade mandou cancelar a matricula dela por que eles alega que ela estuda em escola particular ela ficou muito triste por que deixou e depois tirou qual os meus direito o que devo fazer fico no aguardo...

Enviado em 23/03/14 às 18h12

Marilene daS. Nascimento (mariprofpedagogia2013@hotmail.com):

Erica,estou cursando o 4 período de Pedagogia e estou preparando o meu TCC. Agradeço a você pelo seu trabalho.Está me ajudando bastante.

Enviado em 25/03/14 às 15h43

Jose dos Santos Silva (joseneto-silva@hotmail.com):

Gostei da sua publicação! Me ajudou bastante, pois tenho na escola em que sou Gestor uma aluna com problema auditivo. Já comuniquei todos os professores da escola sobre isso. Sei que eles estão tendo mais atenção com essa aluna.No meu ponto de vista ela precisa de um acompanhamento com um especialista. Por isso, estou encaminhando uma relatório para a secretaria de educação sobre a minha aluna. pedindo ajuda.Espero ser atendido. Valeu um abraço!!!

Enviado em 02/04/14 às 20h11

Maisa (maisa.moraes.lima@GMAIL.com):

Adorei seu artigo! Estou vivendo um dilema. Tenho um aluno de 8 anos com surdez, deficiencia intelectual e mobilidade reduzida de bracos e pernas. Sempre estudou em escola normal mas a prefeitura não disponibiliza interprete ou professor de libras dentro da escola normal, somente em escolas especiais. A familia não quer que mude de escola. E agora? Fico inconformada. Eu acho que a familia tem mesmo a opção de escolher a escola que quiser e se gosta da nossa bom pra nos que gostamos do aluno, mas a prefeitura não nos manda nenhum profissional de libras, e diz que só em escola especial ele pode aprender libras, que nos não devemos nem tentar ensinar porque só as escolas especiais podem fazer algo por ele!!!

Enviado em 02/04/14 às 20h32

Maisa (maisa.moraes.lima@gmail.com):

Então, apesar de termos tentado, meu aluno terá que ir para uma escola especializada, não porque não quiséssemos ele na nossa, mas porque realmente para o caso especifico da surdez as escolas especiais parecem conseguir fazer mais pelo aluno surdo do que esta ao nosso alcance como escola regular hoje.

Enviado em 15/04/14 às 22h16

martineli maria da silva (martinelisilva82@hotmail.com):

sei muito bem como e esse problema pois estou vivenciando com minha filha de 5 ano ela tem deficiêcia auditiva ela estuda na rede publica que nao atende as necessidade dela gostaria de uma ajuda para garantir um proficional abilitado as necessidades dela ate mais martineli.

Enviado em 07/05/14 às 15h47

Maria Lúcia santos (marialuluciasantos@gmail.com):

Adorei o seu artigo!Estou cursando o 5 período de pedagogia, e estou preparando o meu tcc gostaria se possível você me indicar livros nessa área.O tema é:"A Inclusão do deficiênte auditivo no ensino fundamental.

Enviado em 05/06/14 às 22h43

claudinei jose de oliveira (neialianca22@yahoo.com.br):

parabéns pelo texto, mas tenho uma duvida no aspecto profissional do professor , onde um professor com formação academica pós graduação em educação inclusiva com cargas horárias voltada a deficiencia auditiva , ele pode trabalhar com alunos auditivos ? pois algumas frente dizem que só que tem formação em educação especial, está apto a esse trabalho , como provas realizada para PEB-II NO ESTADO DE SÃO PAULO.
VALEU E OBRIGADO.

Enviado em 18/07/14 às 13h30

Bruna Oliveira Gonzaga de Farias (brunafariasbruninha364@gmail.com):

Tenho uma filha de 6 anos que e deficiente auditiva, como m 3 anos ela fez a cirurgia de implante coclear a quase 3 anos e esta aprendendo a falar e já ouve muito bem com o implante. Ela esta na escola regular e no próximo ano ela vai para a p cimeira serie. A minha duvida e se deixo ela numa escola regular ou se a coloco numa escola própria para surdos. Sera que isso pode atrapalhar seu aprendizado de linguagem ja que la ela pode aprender a libras. Existe casos de criança que aprendem a falar os dois, tanto em libras quanto na linguagem normal?

Enviado em 25/07/14 às 21h06

tatiana (lanjesabino@hotmail.com):

Estou trabalhando como monitora em uma escola com uma criança de 4 anos com deficiencia auditiva usa aparelho fico o tempo todo com ela repetindo o que a professora fala gostaria que me enviasse alguma atividade ou video como trabalhar com ela.

Enviado em 15/08/14 às 21h42

Ana Carla maria dos santos (an_cm@hotmail.com):

Tenho uma filha de 9 anos que é deficiente auditiva, e usuária de implante coclear a 6 anos.ela desenvolveu a oralidade,e esta cursando o 4ºano do ensino fundamental.tem apresentado dificuldades em algumas disciplinas pois pois ainda desconhece alguns significados de algumas palavras.ela estuda em uma escola particular.

Enviado em 13/10/14 às 18h45

Érica Oliveira (ericam.oliveira@hotmail.com):

Oi Erika,amei seu artigo, sou aluna do curso de pedagogia e estou no 4º periodo.Gostaria se possível receber materiais sobre inclusão auditiva, pois meu estudo de caso será este tema e devo participar do primeiro seminário no próximo mês(novembro).Te agradeço e parabéns pelo artigo!

Enviado em 17/11/14 às 22h02

Larissa Trindade (larissaramostrindadee@gmail.com):

Queria saber quais são os cursos de faculdade pra deficiente auditiva? ?

Enviado em 24/11/14 às 11h28

Maura Machado do Carmo Albuquerque (maura-prof@bol.com.br):

Oi! Hoje estou no AEE, por passar por reabilitação profissional, numa escola municipal, não sou formada na área de educação especial e não tenho nenhum curso, mas estou muito a procura de compreender melhor as deficiências das crianças as quais eu acompanho.Gosto muito desse trabalho, por ser desafiante para mim, por não ter nenhuma formação inicial, apenas trabalhei na educação infantil e tenho bastante interesse de compreender melhor e colaborar mais com o aprendizado de meus alunos. Li a matéria e estou bastante interessada em receber algum apoio e orientações de como desenvolver um bom trabalho na sala de AEE, quando as condições estruturais e ambientais não são tão propícias aos direitos legais, como eu tenho lido sobre o assunto. Preciso de melhor planejamento e mais conhecimento, quero muito fazer cursos à distância, gostaria de informações de como começar, pois o principal eu tenho. A boa vontade de colaborar com a inclusão. Obrigado.

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Erika Longone é mestre e especialista em Distúrbios da Comunicação Humana pela Universidade Federal de São Paulo, graduada em Fonoaudiologia pela Universidade Federal de São Paulo. Professora do Curso de Fonoaudiologia da Faculdade da Saúde da Universidade Metodista de São Paulo. Membro colaborador da Agência Ambiental da Universidade Metodista de São Paulo. Além disso, é Co-fundadora da Sais (Consultoria em Sustentabilidade, Acessibilidade e Inclusão Social)Site externo..

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