Pessoas com deficiência vão ser cadastradas para receber moradias adaptadas

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A Superintendência da Pessoa com Deficiência, subordinada à Secretaria de Cidadania e Trabalho (Sect), deu início, em 06/08, a um levantamento para identificar as pessoas com deficiências carentes na cidade de Luziânia (GO), no Entorno do Distrito Federal e que ainda não possuem a casa própria.

Segundo o superintendente executivo da Sect, Francisco de Assis Peixoto, essas pessoas serão cadastradas para serem beneficiadas com moradias adaptadas. O Governo de Goiás pretende, em uma primeira etapa, construir 3 mil casas para contemplar Luziânia e outras cidades da região, como Santo Antônio do Descoberto e Padre Bernardo, por exemplo.

A expectativa é de que esse levantamento seja concluído até o fim de setembro. "O governo entende que é preciso ter respeito ao cidadão e colocá-lo cada vez mais integrado à sociedade. As casas acessíveis irão atender famílias com cadeirantes, que têm dificuldades de locomoção. Para isso, a Superintendência da Pessoa com Deficiência já montou uma equipe que vai atuar em Luziânia a partir da semana que vem, visitando as famílias, contando com a ajuda dos Conselhos Municipais, igrejas e entidades filantrópicas para localizar essas pessoas e fazer o cadastro", diz.

Essa ação integra o Plano Estadual dos Direitos das Pessoas com Deficiência – Goiás Inclusivo, lançado em novembro de 2012. O plano tem a finalidade de promover, por meio da integração e articulação de políticas públicas, o acesso e o exercício pleno e equitativo dos direitos das pessoas com deficiência, com segurança e autonomia. A ideia é ampliar as ações do programa Goiás Inclusivo na cidade, por meio de melhorias nas condições de acessibilidade, sinalização de trânsito, entre outros.

Peixoto informa que ainda por meio desse mesmo levantamento, a Superintendência irá dar a essas famílias a oportunidade de fazer o curso técnico por meio do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), do governo federal, administrado em Goiás pela Sect em parceria com a Secretaria de Ciência e Tecnologia. As inscrições deverão ser abertas no fim de setembro, depois de observada a demanda.

Fonte: DM.com.br

11 respostas para “O que aprendi ao falar no TEDx Talks”

  1. Bom dia. Sou pessoa que gagueja e a vida toda sofri com essa dificuldade. Não consigo me expressar a maneira que gostaria. A gagueira me causa sofrimento, tenho 36 anos e sempre gaguejei. No trabalho isso me causa desconforto, porque as pessoas não entendem o que é a gagueira, alguns riem, outros fazem piadas, outros tem pena de mim. Em entrevistas de emprego sou excluída.
    Não sou uma pessoa considerada ” normal”, mas também não sou considerada deficiente. Esse projeto de lei me trouxe esperança. Muito obrigada pela postagem.

  2. Vcs que tem alguma diferença física dos outros, nuncam se sintam inferiores, somos todos iguais. Deus, Ele nos fez perfeitos com muito amor e todos somos capazes, nunca deixe se elevar pelo sentimento ruim de alguém que não sabe se expressar, qualquer ser humano pode superar suas dificuldades, se orgulhe de vcs, são capazes de fazer sempre o melhor, e use a seu favor: a paciência, benovolência e a calma e toda a sabedoria que vcs tem. Um grande abraço meus irmãos.

  3. em algumas companhias de avião (Latam, Gol…) só é permitido o voo gratuito do def.fisico em caso de tratamento médico comprovado, para isso deve preencher cadastro valido por um ano, no caso do acompanhante terá 50% de desconto na viagem. melhores informações no Youtube “Pessoas com deficiência terão passe livre em aviões” ou similares. boa sorte

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