Projeto de leitura para deficientes visuais é apresentado na SDH

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A Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR), por meio da Secretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência (SNPD), recebeu nesta quarta-feira (7), em Brasília/DF, a oficina de capacitação de leitura inclusiva do projeto “Ler, Incluir e Transformar”, da Fundação Dorina Nowill para Cegos. Participaram do evento professores, educadores, bibliotecários e profissionais de instituições que trabalham com pessoas com deficiência visual.

O objetivo do projeto é levar para os profissionais que são intermediários do processo de leitura para pessoas com deficiência visual, informações para estimular e incentivar hábito da leitura por meio de oficinas com a prática de rodas de leitura inclusiva. Essa iniciativa já foi apresentada em São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Recife (PE) e Salvador (BA).  As próximas a receberem são Cuiabá (MT), Manaus (AM), Belém (PA), Porto Alegre (RS) e Florianópolis (SC), totalizando dez estados das cinco regiões do Brasil.

O “Ler, Incluir e Transformar” contempla a distribuição de livros inclusivos acessíveis nos formatos falado (áudiolivro), Braille e livros Daisy (sigla em inglês que significa Sistema de Informações Acessível Digital).

A coordenadora do Serviço de Acesso ao Livro da Fundação Dorina Nowill, Ana Paula da Silva, informou que no ano passado foi feita um pesquisa nacional neste mesmo projeto sobre os hábitos de leitura das pessoas com deficiência visual. Segundo ela, o resultado ofereceu elementos necessários para fazer uma capacitação.

“Nós entendemos que as pessoas com deficiência visual não param e não deixam de ler, elas querem informações, querem acessar cultura e o que o mundo está acessando de forma impressa, nós oferecemos recursos e meios para manter estas pessoas conhecendo o que tem no mercado”, explicou Ana Paula.

Sediada em São Paulo/SP, a Fundação Dorina Nowill para Cegos trabalha para pessoas com deficiência visual. A instituição já produziu e distribuiu 72 mil exemplares de livros em todos os formatos acessíveis para todo o Brasil. Atualmente, 2,5 mil organizações estão cadastradas para receber este material. Para cadastro e recebimento de publicações, as entidades devem enviar seus pedidos para o e-mail ci.biblioteca@fundacaodorina.org.br

Fonte: Secretaria de Direitos Humanos

11 respostas para “O que aprendi ao falar no TEDx Talks”

  1. Bom dia. Sou pessoa que gagueja e a vida toda sofri com essa dificuldade. Não consigo me expressar a maneira que gostaria. A gagueira me causa sofrimento, tenho 36 anos e sempre gaguejei. No trabalho isso me causa desconforto, porque as pessoas não entendem o que é a gagueira, alguns riem, outros fazem piadas, outros tem pena de mim. Em entrevistas de emprego sou excluída.
    Não sou uma pessoa considerada ” normal”, mas também não sou considerada deficiente. Esse projeto de lei me trouxe esperança. Muito obrigada pela postagem.

  2. Vcs que tem alguma diferença física dos outros, nuncam se sintam inferiores, somos todos iguais. Deus, Ele nos fez perfeitos com muito amor e todos somos capazes, nunca deixe se elevar pelo sentimento ruim de alguém que não sabe se expressar, qualquer ser humano pode superar suas dificuldades, se orgulhe de vcs, são capazes de fazer sempre o melhor, e use a seu favor: a paciência, benovolência e a calma e toda a sabedoria que vcs tem. Um grande abraço meus irmãos.

  3. em algumas companhias de avião (Latam, Gol…) só é permitido o voo gratuito do def.fisico em caso de tratamento médico comprovado, para isso deve preencher cadastro valido por um ano, no caso do acompanhante terá 50% de desconto na viagem. melhores informações no Youtube “Pessoas com deficiência terão passe livre em aviões” ou similares. boa sorte

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