Praias badaladas se tornam acessíveis às pessoas com deficiência

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Iniciativas no litoral brasileiro têm tornado as praias mais atraentes para pessoas com algum tipo de deficiência. Com esteiras de acesso ao mar, cadeiras de rodas anfíbias e profissionais qualificados para o banho assistido, um grupo pioneiro de organizações e secretarias de turismo se uniram para incluir quem tem algum tipo de limitação nas atividades turísticas

A praia de Ponta Negra, em Natal (RN), foi beneficiada com o projeto OrtoRio, da Secretaria Municipal de Turismo e Desenvolvimento Econômico. Praias em Olinda e Fernando de Noronha, Porto de Galinhas e Boa Viagem, todas em Pernambuco, também oferecem apoio para entrar no mar com apoio do projeto Praia Sem Barreiras, da Secretaria de Turismo de Pernambuco.

A turista Luciana Marques, de 30 anos, voltou a tomar banho de mar depois de muitos anos. “Antes eu passeava apenas no calçadão de Boa Viagem. Hoje, vou à arena de acessibilidade de Boa Viagem sempre que posso. Esta é uma grande iniciativa de inclusão”, disse. O Brasil tem 45,6 milhões de pessoas com alguma deficiência, segundo o Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, de 2010.

O Ministério do Turismo aprova iniciativas que proporcionem a inclusão de pessoas com deficiência. “O objetivo é que o maior número possível de pessoas possa usufruir dos benefícios da atividade turística”, diz Wilken de Oliveira, coordenador geral de segmentação do Ministério do Turismo.

O Mtur tem um programa chamado Turismo Acessível, que oferece um pacote de incentivos à estrutura e promoção acessibilidade. A ação reservou investimento de R$ 100 milhões para promover a inclusão social e o acesso de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida à atividade turística.

Atualmente, a pasta investe R$ 7 milhões em obras de acessibilidade em Pernambuco. Entre elas, a Praça da República, o Mercado São José, a Avenida Boa Viagem e o terminal integração de passageiros, todas em Recife, e o Mercado da Ribeira e a Orla de Olinda, em Olinda.

A presidência da República criou o Plano Viver Sem Limites, com iniciativas na mesma área, como transportes escolares acessíveis, formação de professores e tradutores-intérpretes em Língua Brasileira de Sinais (Libras).

11 respostas para “O que aprendi ao falar no TEDx Talks”

  1. Bom dia. Sou pessoa que gagueja e a vida toda sofri com essa dificuldade. Não consigo me expressar a maneira que gostaria. A gagueira me causa sofrimento, tenho 36 anos e sempre gaguejei. No trabalho isso me causa desconforto, porque as pessoas não entendem o que é a gagueira, alguns riem, outros fazem piadas, outros tem pena de mim. Em entrevistas de emprego sou excluída.
    Não sou uma pessoa considerada ” normal”, mas também não sou considerada deficiente. Esse projeto de lei me trouxe esperança. Muito obrigada pela postagem.

  2. Vcs que tem alguma diferença física dos outros, nuncam se sintam inferiores, somos todos iguais. Deus, Ele nos fez perfeitos com muito amor e todos somos capazes, nunca deixe se elevar pelo sentimento ruim de alguém que não sabe se expressar, qualquer ser humano pode superar suas dificuldades, se orgulhe de vcs, são capazes de fazer sempre o melhor, e use a seu favor: a paciência, benovolência e a calma e toda a sabedoria que vcs tem. Um grande abraço meus irmãos.

  3. em algumas companhias de avião (Latam, Gol…) só é permitido o voo gratuito do def.fisico em caso de tratamento médico comprovado, para isso deve preencher cadastro valido por um ano, no caso do acompanhante terá 50% de desconto na viagem. melhores informações no Youtube “Pessoas com deficiência terão passe livre em aviões” ou similares. boa sorte

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