Projeto ajuda a melhorar a confiança de crianças com deficiência

Compartilhe:

Crianças e adolescentes com deficiência desenvolvem suas potencialidades por meio da arte e da massoterapia, em Porto Velho (RO). O projeto tem apoio do Criança Esperança e ajuda a melhorar a autoestima e a confiança dos participantes.

Uma vida de descobertas, de aprendizado e de superação. Uma luta, às vezes silenciosa para se sentir igual a todo mundo. Em Porto Velho não existem espaços para a prática social de pessoas com deficiência e surdez: "Há uma carência na nossa cidade de projetos de desenvolver mais essa parte que proporcione lazer, um lazer para todos", conta a professora Elielza Reis da Silva.

Foi assim, que há 27 anos, surgiu a  APACENE (Associaçãode Pais e Alunos do Centro de Ensino Especial), o único de Rondônia que atende pessoas das mais variadas condições: deficiência intelectual, visual, auditiva e transtornos de desenvolvimento.

Os professores são da rede pública, mas todas as atividades fora do currículo escolar são mantidas pelos pais, com muita dificuldade. A chegada do Criança Esperança deixou esse quadro mais colorido: comunicação que vai além da tela como Cinthia, que usa os pés para expressar sentimentos quando pinta.

O espelho ali cumpre uma função terapêutica: reflete a imagem e ajuda a perceber os limites e também as potencialidades. Através do contato e com manobras de tração e alongamento eles sentem a importância de se relacionar com o próprio corpo e também com as outras pessoas.

As sessões diárias de massoterapia duram uma hora e vêm apresentando resultados surpreendentes. "Bom, humor, relaxamento, a pessoa se sentir bem… Mostra esse resultado em sala de aula, no recreio, na interação com os colegas…" , afirma a massagista e professora, Ângela Gonçalves.

A sala que funcionava de uma maneira improvisada foi equipada com recursos do Criança Esperança. Recursos também para a aulasde xadrez, que ajudam na concentração, atenção e disciplina. Quem se acostumou a falar com as mãos, agora na arteterapia usa também o pincel e tinta para fazer as próprias criações ou a releitura de quadros famosos.

Fonte: Jornal Hoje

11 respostas para “O que aprendi ao falar no TEDx Talks”

  1. Bom dia. Sou pessoa que gagueja e a vida toda sofri com essa dificuldade. Não consigo me expressar a maneira que gostaria. A gagueira me causa sofrimento, tenho 36 anos e sempre gaguejei. No trabalho isso me causa desconforto, porque as pessoas não entendem o que é a gagueira, alguns riem, outros fazem piadas, outros tem pena de mim. Em entrevistas de emprego sou excluída.
    Não sou uma pessoa considerada ” normal”, mas também não sou considerada deficiente. Esse projeto de lei me trouxe esperança. Muito obrigada pela postagem.

  2. Vcs que tem alguma diferença física dos outros, nuncam se sintam inferiores, somos todos iguais. Deus, Ele nos fez perfeitos com muito amor e todos somos capazes, nunca deixe se elevar pelo sentimento ruim de alguém que não sabe se expressar, qualquer ser humano pode superar suas dificuldades, se orgulhe de vcs, são capazes de fazer sempre o melhor, e use a seu favor: a paciência, benovolência e a calma e toda a sabedoria que vcs tem. Um grande abraço meus irmãos.

  3. em algumas companhias de avião (Latam, Gol…) só é permitido o voo gratuito do def.fisico em caso de tratamento médico comprovado, para isso deve preencher cadastro valido por um ano, no caso do acompanhante terá 50% de desconto na viagem. melhores informações no Youtube “Pessoas com deficiência terão passe livre em aviões” ou similares. boa sorte

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *