Projeto leva bicicleta adaptada para pessoas com deficiência visual em Aracaju

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Andar de bicicleta pode ser uma ação comum para a grande maioria das pessoas, entretanto, nem todos podem aproveitar as mesmas sensações, a exemplo das pessoas com deficiência visual. Pensando nisso, a ONG Embrião, da cidade de Alvorada, no Rio Grande do Sul, desenvolveu a bicicleta ODKV (O de cá vê). Trata-se de duas bicicletas adaptadas para uso em conjunto. O projeto foi trazido para Aracaju (SE) pelo vereador Lucas Aribé (PSB), que tem deficiência visual, e fez o lançamento na manhã desta terça-feira (10).

"Nosso contato com a ONG Embrião foi proveitoso e por isso tivemos a ideia de trazer o trabalho deles para Aracaju", afirmou. O vereador saiu do seu gabinete, localizado na Rua Itabaiana, nº 390, e partiu para a Câmara Municipal de Aracaju, no Centro da capital, ao lado do professor de Educação Física que desenvolve trabalhos específicos com pessoas com deficiência, Charles Grazienio. "Apesar de ser um caminho curto, fiquei muito feliz com o resultado do trabalho e com a sensação de poder usar a bicicleta como tanta gente faz", disse Aribé.

Responsável pela pesquisa inicial, o professor Charles Grazienio também ficou muito satisfeito com o resultado. "É uma emoção muito grande ver todo o nosso trabalho pronto com a bicicleta. Pesquisei durante um ano e meio, apresentei a Lucas Aribé e por meio dele pude conhecer esse trabalho da ONG Embrião. Vê-la nas ruas só pode significar felicidade. É mais uma oportunidade para as pessoas com deficiência", ressaltou. Foram quase três meses de produção da primeira bicicleta ODKV do Norte-Nordeste.

O intuito do projeto da bicicleta ODKV é ser propagado pela sociedade."Vamos procurar parcerias para a fabricação de outras bicicletas como essa. Ao lado do professor Charles Grazienio, pude voltar à infância, quando ainda tinha um pouco da minha visão, e andar de bicicleta", destacou o vereador. 

Foto: Divulgação.

Fonte: G1

11 respostas para “O que aprendi ao falar no TEDx Talks”

  1. Bom dia. Sou pessoa que gagueja e a vida toda sofri com essa dificuldade. Não consigo me expressar a maneira que gostaria. A gagueira me causa sofrimento, tenho 36 anos e sempre gaguejei. No trabalho isso me causa desconforto, porque as pessoas não entendem o que é a gagueira, alguns riem, outros fazem piadas, outros tem pena de mim. Em entrevistas de emprego sou excluída.
    Não sou uma pessoa considerada ” normal”, mas também não sou considerada deficiente. Esse projeto de lei me trouxe esperança. Muito obrigada pela postagem.

  2. Vcs que tem alguma diferença física dos outros, nuncam se sintam inferiores, somos todos iguais. Deus, Ele nos fez perfeitos com muito amor e todos somos capazes, nunca deixe se elevar pelo sentimento ruim de alguém que não sabe se expressar, qualquer ser humano pode superar suas dificuldades, se orgulhe de vcs, são capazes de fazer sempre o melhor, e use a seu favor: a paciência, benovolência e a calma e toda a sabedoria que vcs tem. Um grande abraço meus irmãos.

  3. em algumas companhias de avião (Latam, Gol…) só é permitido o voo gratuito do def.fisico em caso de tratamento médico comprovado, para isso deve preencher cadastro valido por um ano, no caso do acompanhante terá 50% de desconto na viagem. melhores informações no Youtube “Pessoas com deficiência terão passe livre em aviões” ou similares. boa sorte

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