‘Viver Melhor’ terá casas adaptadas para pessoas com deficiência

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O Governo do Amazonas, por meio da Superintendência Estadual de Habitação (Suhab), está finalizando as obras de adaptação para pessoas com deficiência nas unidades habitacionais da segunda etapa do Residencial Viver Melhor, em construção no bairro Santa Etelvina, zona norte de Manaus. Com entrega prevista para dezembro deste ano, a nova etapa do conjunto contará com 170 casas em condições de acessibilidade.

As moradias recebem adaptações nas partes interna e externa. Fora da casa, a principal benfeitoria é a construção de rampas nas calçadas da entrada do imóvel e o nivelamento do batente da porta. O alargamento das portas de todo o empreendimento facilita o deslocamento pela casa. Na parte interna, as adequações também são feitas no banheiro com a instalação de vaso sanitário adaptado, barras de apoio e segurança em todo o espaço, assento fixo para banho e piso antiderrapante.

“Essas casas têm a área adaptável para pessoas com deficiência, atendendo com todos os equipamentos necessários. São melhorias que ajudam a superar os obstáculos do dia a dia. É todo um carinho direcionado às pessoas que chegam ao nosso conjunto atingindo as metas propostas pelo governador Omar Aziz”, frisou o secretário da Suhab, Sidney de Paula.

Na primeira etapa do residencial, que contou com 3.511 unidades habitacionais entregues em dezembro do ano passado pelo governador Omar Aziz, 107 famílias de pessoas com deficiência foram beneficiadas. Antes de se mudar para o novo imóvel, a dona de casa Solange Solimões, 42, enfrentava no dia a dia as dificuldades de morar em uma casa sem estrutura adequada. Mãe de Maicon Marinho, 10 anos, que nasceu com má-formação nas pernas e braço, e de outras três crianças, Solange conta que ela e o marido, o taxista Marlon Pereira, 40, precisavam acompanhar o filho em todas as atividades cotidianas.

“Onde a gente morava, tinha que carregar o Maicon para tudo. Para sair e entrar na casa, ir ao banheiro, para ir do quarto para a cozinha. E agora não. Tudo isso ele faz só”, disse a mãe.

Para Maicon, a independência maior significa mais chances para brincar com os irmãos e com a criançada da vizinhança. Foram tantas mudanças que ele tem dificuldades de falar o que mais lhe deixou feliz. “Eu cheguei e era tudo diferente. Lá tinha escada, era difícil deu descer e a gente tinha medo de cair. Era muito alto. Aqui é adaptado para mim. É mais bacana mesmo aqui, posso brincar de tudo. Vou chutar a bola lá para rua, levantar papagaio, posso ir para ali, para cá, posso brincar de manja esconde aqui dentro também”, disse.

As adaptações seguem a política estadual de atenção à pessoa com deficiência, implementada pelo governador Omar Aziz. As intervenções nas residências são feitas com base na norma ISO 9050 e no decreto federal 5.296/04, com reserva de 3% das unidades habitacionais de interesse social. “O regozijo e a satisfação a gente vê nos olhos das pessoas. Isso dá mais ênfase para atendermos bem satisfazer as famílias como quer o governador Omar Aziz”, destacou o secretário estadual de Habitação.

Segundo Sidney de Paula, a nova etapa do Residencial Viver Melhor deve ser entregue em dezembro e conta com 5.384 unidades habitacionais, entre apartamentos e casas. As casas são prioritárias para pessoas com deficiência e idosos. O Residencial Viver Melhor é o maior do Brasil no âmbito do programa ‘Minha Casa, Minha Vida’. O conjunto possui ruas pavimentas, estação de tratamento de esgoto, rede de energia elétrica e água encanada.

O investimento total no empreendimento é de R$ 701 milhões. Nessa segunda etapa, os recursos somam R$ 354,7 milhões para a construção das habitações. A primeira etapa das unidades habitacionais, já entregue, somou investimentos de R$ 196,3 milhões. Outros R$ 150 milhões em infraestrutura estão em andamento incluindo a construção de vias de acesso já concluídas e o conjunto de aparelhos públicos, como escolas, delegacias e unidades de saúde que estão sendo implantados no local.

Fonte: D24am

11 respostas para “O que aprendi ao falar no TEDx Talks”

  1. Bom dia. Sou pessoa que gagueja e a vida toda sofri com essa dificuldade. Não consigo me expressar a maneira que gostaria. A gagueira me causa sofrimento, tenho 36 anos e sempre gaguejei. No trabalho isso me causa desconforto, porque as pessoas não entendem o que é a gagueira, alguns riem, outros fazem piadas, outros tem pena de mim. Em entrevistas de emprego sou excluída.
    Não sou uma pessoa considerada ” normal”, mas também não sou considerada deficiente. Esse projeto de lei me trouxe esperança. Muito obrigada pela postagem.

  2. Vcs que tem alguma diferença física dos outros, nuncam se sintam inferiores, somos todos iguais. Deus, Ele nos fez perfeitos com muito amor e todos somos capazes, nunca deixe se elevar pelo sentimento ruim de alguém que não sabe se expressar, qualquer ser humano pode superar suas dificuldades, se orgulhe de vcs, são capazes de fazer sempre o melhor, e use a seu favor: a paciência, benovolência e a calma e toda a sabedoria que vcs tem. Um grande abraço meus irmãos.

  3. em algumas companhias de avião (Latam, Gol…) só é permitido o voo gratuito do def.fisico em caso de tratamento médico comprovado, para isso deve preencher cadastro valido por um ano, no caso do acompanhante terá 50% de desconto na viagem. melhores informações no Youtube “Pessoas com deficiência terão passe livre em aviões” ou similares. boa sorte

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