Pronatec vai ofertar mil vagas para pessoas com deficiência

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O Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), Departamento Regional de Alagoas, e a Secretaria de Estado da Mulher, da Cidadania e dos Direitos Humanos reforçaram a parceria para promover a inclusão de pessoas com deficiência nos cursos do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec).

O coordenador do programa pelo Senai Alagoas, Allan Souza, o superintendente de Políticas Públicas da Cidadania e dos Direitos Humanos da secretaria, Geraldo de Majella e a equipe operacional do órgão público se reuniram no Centro de Formação Profissional Gustavo Paiva, situado no bairro do Poço.

O encontro teve como objetivo discutir estratégias visando à captação de pessoas com deficiência para a demanda de cursos de 2014 que serão ofertados pelo Senai/AL, por meio do Pronatec. “Existe uma meta de destinar mil vagas para este público, o que corresponde a 5% da meta geral do programa para 2014 no Estado”, explicou o Allan Souza.

Durante a conversa entre representantes do Senai e da Secretaria da Mulher, algumas estratégias foram definidas, como a instalação da central de pré-matrícula do órgão público nas dependências das unidades operacionais Gustavo Paiva (Poço) e Napoleão Barbosa (Tabuleiro do Martins). “Essa ação se faz necessária, uma vez que o beneficiário possui dificuldade de locomoção”, comentou Geraldo de Majella.

Outra ação nesse sentido é que, nos meses de novembro e dezembro deste ano, a equipe da secretaria estadual fará a captação e identificação da demanda nos bairros de Maceió, cidade que foi escolhida como piloto. A partir de janeiro de 2014, os inscritos deverão ser encaminhados para as unidades do Senai.

Inclusão produtiva – O Pronatec foi criado pelo Governo Federal, em 2011, com o objetivo de ampliar a oferta de cursos de educação profissional e tecnológica. Um dos seus objetivos é aumentar as oportunidades educacionais aos trabalhadores por meio de cursos de formação inicial e continuada ou qualificação profissional.

Fonte: 

11 respostas para “O que aprendi ao falar no TEDx Talks”

  1. Bom dia. Sou pessoa que gagueja e a vida toda sofri com essa dificuldade. Não consigo me expressar a maneira que gostaria. A gagueira me causa sofrimento, tenho 36 anos e sempre gaguejei. No trabalho isso me causa desconforto, porque as pessoas não entendem o que é a gagueira, alguns riem, outros fazem piadas, outros tem pena de mim. Em entrevistas de emprego sou excluída.
    Não sou uma pessoa considerada ” normal”, mas também não sou considerada deficiente. Esse projeto de lei me trouxe esperança. Muito obrigada pela postagem.

  2. Vcs que tem alguma diferença física dos outros, nuncam se sintam inferiores, somos todos iguais. Deus, Ele nos fez perfeitos com muito amor e todos somos capazes, nunca deixe se elevar pelo sentimento ruim de alguém que não sabe se expressar, qualquer ser humano pode superar suas dificuldades, se orgulhe de vcs, são capazes de fazer sempre o melhor, e use a seu favor: a paciência, benovolência e a calma e toda a sabedoria que vcs tem. Um grande abraço meus irmãos.

  3. em algumas companhias de avião (Latam, Gol…) só é permitido o voo gratuito do def.fisico em caso de tratamento médico comprovado, para isso deve preencher cadastro valido por um ano, no caso do acompanhante terá 50% de desconto na viagem. melhores informações no Youtube “Pessoas com deficiência terão passe livre em aviões” ou similares. boa sorte

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