Projeto exibe filmes sobre deficiência auditiva e visual em Petrolina (PE)

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A partir de sexta-feira (7), as exibições cinematográficas do projeto ‘Cinema no Vale’ serão retomadas em Petrolina, no Sertão pernambucano. A programação de 2014 foi aberta com o tema ‘Inclusão em Mostra’ que trouxe três filmes relacionados a deficiência auditiva e visual.

O Cinema no Vale da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf) tem nove anos de existência e conta com alunos voluntários. As exibições acontecem sempre às 19h30, no auditório da Biblioteca do campus Petrolina, e a entrada é gratuita.

Segundo o coordenador do projeto desenvolvido pela Univasf, Afonso Henrique Novaes, a inclusão foi escolhida para tematizar a mostra porque atualmente está em bastante discussão. Inclusive, com a chegada da Especialização em Libras na universidade. “Como tem um movimento crescente no sistema de inclusão, resolvemos colocar esse tema. Consultamos o setor da Pessoa com Deficiência da Univasf, que relacionou filmes ligados a deficiência visual e auditiva”, argumenta Afonso.

O drama ‘O milagre de Anne Sullivan’, de 1962, será o filme que será exibido no dia 14 de fevereiro. Nessa obra, a enfermeira Anne Sullivan busca um tratamento contínuo para fazer com que Helen Keller, uma criança cega e surda, se comunique com o mundo.

No dia 21, a mostra será encerrada com longa ‘E seu nome é Jonas’, obra de 1979 que expõe as dificuldades de um garoto surdo, que foi diagnosticado como deficiente intelectual e que teve que se adaptarão mundo de falantes, desde a escola até o contato com sua família.

Fonte: G1 Pernambuco

6 respostas para “O que aprendi ao falar no TEDx Talks”

  1. Bom dia. Sou pessoa que gagueja e a vida toda sofri com essa dificuldade. Não consigo me expressar a maneira que gostaria. A gagueira me causa sofrimento, tenho 36 anos e sempre gaguejei. No trabalho isso me causa desconforto, porque as pessoas não entendem o que é a gagueira, alguns riem, outros fazem piadas, outros tem pena de mim. Em entrevistas de emprego sou excluída.
    Não sou uma pessoa considerada ” normal”, mas também não sou considerada deficiente. Esse projeto de lei me trouxe esperança. Muito obrigada pela postagem.

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