Brasil participa da primeira edição dos Jogos Para-Sulamericanos, na próxima semana

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O Brasil está pronto para participar dos Jogos Para-Sulamericanos. A competição acontece em Santiago, Chile, de 26 a 31 de março, no Centro de Treinamento de Alto Rendimento do Estádio Nacional do Chile. Com uma delegação composta por 81 atletas, o principal objetivo é observar talentos que possam brilhar em importantes competições como os Jogos Paralímpicos Rio-2016.

Esta é a primeira edição da competição sul-americana em âmbito paralímpico, que além do Brasil terá a participação de mais oito países: Argentina, Chile, Colômbia, Equador, Peru, Suriname, Uruguai e Venezuela. Eles disputarão sete modalidades: atletismo, basquete em cadeira de rodas, bocha, halterofilismo, natação, tênis de mesa e tênis em cadeira de rodas.

Para os atletas do basquete, a disputa do Para-Sulamericano vai além das medalhas de ouro, prata e bronze e vale vaga para os quatro primeiros nos Jogos Parapan-Americanos de Toronto-2015.

Atletismo e natação são as modalidades com o maior número de competidores brasileiros, com 18 em cada uma. Eles fazem parte da seleção de jovens, e apesar da pouca idade, muito deles já mostraram valor, como Lorena Spoladore (atletismo T11, cego total), campeã mundial no salto em distância em Lyon-2013; Verônica Hipólito (atletismo T38, paralisia cerebral), campeã mundial nos 200m e prata nos 100m em Lyon-2013, e Lucas Mozela (natação S9), com cinco ouros e um bronze nos Jogos Parapan-Americanos Juvenis, também em 2013, na Argentina.

Além das jovens revelações que buscam o seu espaço, atletas consagrados como o campeão paralímpico em Londres-2012, Maciel Santos, da bocha, também competirá no Chile.

A estreia brasileira na competição será no dia 26 com o basquete em cadeira de rodas e o halterofilismo.

Foto: Washington Alves (CPB)

9 respostas para “O que aprendi ao falar no TEDx Talks”

  1. Bom dia. Sou pessoa que gagueja e a vida toda sofri com essa dificuldade. Não consigo me expressar a maneira que gostaria. A gagueira me causa sofrimento, tenho 36 anos e sempre gaguejei. No trabalho isso me causa desconforto, porque as pessoas não entendem o que é a gagueira, alguns riem, outros fazem piadas, outros tem pena de mim. Em entrevistas de emprego sou excluída.
    Não sou uma pessoa considerada ” normal”, mas também não sou considerada deficiente. Esse projeto de lei me trouxe esperança. Muito obrigada pela postagem.

  2. Vcs que tem alguma diferença física dos outros, nuncam se sintam inferiores, somos todos iguais. Deus, Ele nos fez perfeitos com muito amor e todos somos capazes, nunca deixe se elevar pelo sentimento ruim de alguém que não sabe se expressar, qualquer ser humano pode superar suas dificuldades, se orgulhe de vcs, são capazes de fazer sempre o melhor, e use a seu favor: a paciência, benovolência e a calma e toda a sabedoria que vcs tem. Um grande abraço meus irmãos.

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