Apenas seis cidades do Oeste Paulista têm projetos de inclusão ao mercado

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O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou na última quarta-feira (14) as estatísticas relacionadas ao desenvolvimento de ações relacionadas a inclusão social de pessoas com deficiência. Conforme o levantamento do órgão, 50 dos 56 municípios que compõem a região de Presidente Prudente não possuem um programa ou projeto específico para a inserção social de pessoas no mercado de trabalho.

De acordo com as informações do instituto, levantadas por meio de questionários enviados às prefeituras de cada cidade no ano passado, apenas Anhumas, Dracena, Martinópolis, Sandovalina, Presidente Prudente e Teodoro Sampaio possuem projetos coordenados por órgãos municipais. Em todos os casos, as administrações declararam que não era o departamento de assistência social o responsável pelas ações.

Conforme a supervisora pedagógica do Núcleo Tterê, entidade que trabalha com este serviço em Presidente Prudente, Ana Cristina Fonseca, o número pode ser justificado, pois este tipo de encaminhamento é feito por entidades assistenciais. “O que acontece na maioria das cidades é que esta inserção acaba a cargo de outros projetos sociais, que podem contar com o apoio do município, como a Apae [Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais]”,afirma.

Fonseca explica que a inclusão ao mercado de trabalho traz para a pessoa com deficiência benefícios iguais a qualquer pessoa. “Ela se sente útil dentro da sociedade e de sua família. Ela está exercendo seu papel e se sente valorizada”, explica.

A supervisora ainda reforça a existência do artigo 93 da Lei 8.213, sancionada em 24 de julho de 1991. Ela determina que empresas com 100 funcionários ou mais devem cumprir uma cota de vagas àqueles que possuem necessidades especiais. Conforme o decreto, o percentual pode ser de 2% a 5%, este último no caso de estabelecimentos com mais de mil trabalhadores.

“Por conta da lei, estes postos de trabalho abertos aparecem, na maioria dos casos, no setor industrial e em supermercados, já que contam com um número maior de profissionais”, exemplifica Fonseca.

Educação
As informações do IBGE também apontam a existência de projetos específicos para inclusão social nas escolas de ensino regular. Conforme o levantamento, 27 cidades possuem ações, todas elas sob a coordenação da pasta de Educação de cada prefeitura.

Oito cidades, sendo elas Álvares Machado, Emilianópolis, Euclides da Cunha Paulista, Inúbia Paulista, Mariápolis, Mirante do Paranapanema, Paulicéia e Santo Expedito, não souberam informar na entrega do questionário. Outras 21 informaram não possuir nenhum programa específico com esta finalidade.

Os dados fazem parte da pesquisa do Perfil dos Municípios Brasileiros, relativos ao ano de 2013. Também são apontados no levantamento informações sobre a quantidade de entidades assistenciais, além dos grupos atendidos por este serviço.

Fonte: G1

9 respostas para “O que aprendi ao falar no TEDx Talks”

  1. Bom dia. Sou pessoa que gagueja e a vida toda sofri com essa dificuldade. Não consigo me expressar a maneira que gostaria. A gagueira me causa sofrimento, tenho 36 anos e sempre gaguejei. No trabalho isso me causa desconforto, porque as pessoas não entendem o que é a gagueira, alguns riem, outros fazem piadas, outros tem pena de mim. Em entrevistas de emprego sou excluída.
    Não sou uma pessoa considerada ” normal”, mas também não sou considerada deficiente. Esse projeto de lei me trouxe esperança. Muito obrigada pela postagem.

  2. Vcs que tem alguma diferença física dos outros, nuncam se sintam inferiores, somos todos iguais. Deus, Ele nos fez perfeitos com muito amor e todos somos capazes, nunca deixe se elevar pelo sentimento ruim de alguém que não sabe se expressar, qualquer ser humano pode superar suas dificuldades, se orgulhe de vcs, são capazes de fazer sempre o melhor, e use a seu favor: a paciência, benovolência e a calma e toda a sabedoria que vcs tem. Um grande abraço meus irmãos.

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