Projeto qualifica pessoas com deficiência para o mercado de trabalho

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Um projeto, realizado com apoio da Petrobras, busca inserir pessoas com deficiência da Grande Vitória (ES) no mercado de trabalho. Coordenado pela Associação de Pais, Amigos e Pessoas com Deficiência de Funcionários do Banco do Brasil e da Comunidade (Apabb), o projeto Empregabilidade da Pessoa com Deficiência – Superação e Autonomia, promove a qualificação profissional de 80 pessoas com deficiência, e foi classificado na seleção pública Integração Petrobras Comunidades (IPC).

Os alunos, com idade entre 18 e 40 anos, terão acesso à informática, estímulo à convivência interpessoal e vivência na área administrativa. O objetivo é contribuir para o desenvolvimento pessoal, social e o exercício pleno da cidadania do aluno.

“Por conta da exigência da lei, as empresas são obrigadas a contratar profissionais com deficiência, mas têm dificuldades para encontrar pessoas qualificadas neste segmento. Com o projeto, estamos também preenchendo essa lacuna entre oferta e demanda”, explica a coordenadora do projeto, Tânia Brandão.

Tânia frisa que o diferencial do projeto é o acompanhamento da evolução do profissional. “Temos um projeto inovador que qualifica, encaminha e acompanha o profissional no mercado de trabalho, assim conseguimos minimizar as chances de não dar certo. Além disso, fornecemos esclarecimentos ao empregador sobre o portador de deficiência, desmistificando uma série de questões acerca desse público”, diz.

Integração Petrobras Comunidades
A seleção pública Integração Petrobras Comunidades 2013 contempla as cidades de Anchieta, Aracruz, Cachoeiro de Itapemirim, Cariacica, Conceição da Barra, Fundão, Itapemirim, Linhares, Piúma, São Mateus, Serra, Vila Velha e Vitória. Os projetos atuam com foco em pelo menos uma das seguintes linhas: geração de renda e oportunidade de trabalho, educação para a qualificação profissional e garantia dos direitos da criança e do adolescente.

Criada em 2008, Integração Petrobras Comunidades é uma seleção pública voltada para o desenvolvimento de iniciativas em comunidades do entorno das unidades da companhia. Por meio dele, a empresa reforça o compromisso de contribuir para o desenvolvimento das regiões onde atua, além de garantir a democratização do acesso aos pedidos de patrocínios e a transparência na escolha dos projetos selecionados.

Fonte: Portal Brasil

6 respostas para “O que aprendi ao falar no TEDx Talks”

  1. Bom dia. Sou pessoa que gagueja e a vida toda sofri com essa dificuldade. Não consigo me expressar a maneira que gostaria. A gagueira me causa sofrimento, tenho 36 anos e sempre gaguejei. No trabalho isso me causa desconforto, porque as pessoas não entendem o que é a gagueira, alguns riem, outros fazem piadas, outros tem pena de mim. Em entrevistas de emprego sou excluída.
    Não sou uma pessoa considerada ” normal”, mas também não sou considerada deficiente. Esse projeto de lei me trouxe esperança. Muito obrigada pela postagem.

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