Brasil bate a Argentina e conquista o tetracampeonato da Copa América de Futebol de 7

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A Seleção Brasileira de Futebol de 7 conquistou na última sexta-feira, 26, o título da Copa América da modalidade. O torneio foi disputado na Universidade de Toronto, no Canadá. O Brasil ficou com o lugar mais alto do pódio ao bater a arquirrival Argentina por 3×0 e concluir assim a sua campanha invicta. O evento foi organizado pela Associação Internacional de Esporte e Recreação para Paralisados Cerebrais (CPISRA, na sigla em inglês).

No caminho até a decisão, o time brasileiro sofreu apenas um gol e venceu, respectivamente, os Estados Unidos (3×0), o México (8×0) e, por fim, os donos da casa por 6×1 na semifinal. Com este retrospecto, a Seleção também não teve dificuldade para superar a Argentina – com gols de Wanderson (2) e Zeca – e ficar com a sua quarta conquista continental.

Recentemente, o time conquistou outros resultados internacionais expressivos: além de ter batido a Ucrânia – uma das principais potências do esporte – em amistosos, avançou à semifinal dos Jogos Paralímpicos de Londres-2012.  O Brasil tem no currículo também uma prata em Atenas-2004 e o bronze em Sydney-2000.

Com o título, o Brasil garantiu vaga nos Jogos Parapan-Americanos de 2015, que também serão disputados em Toronto. Além da Seleção, Argentina, Estados Unidos, Canadá e Venezuela também se qualificaram. A última vez em que o futebol de 7 foi disputado em um Parapan ocorreu em 2007, no Rio de Janeiro. Na ocasião, o time nacional ficou com o ouro ao vencer justamente os mesmos vizinhos sul-americanos na final.

A terceira posição da Copa América de Futebol de 7 ficou com os Estados Unidos. A seleção americana superou o Canadá na disputa pelo bronze com a vitória também nesta sexta por 3×0. Na decisão de quinto lugar, melhor para os venezuelanos, que venceram o México por 3×1 para assegurar o último lugar no Parapan. 

3 respostas para “O que aprendi ao falar no TEDx Talks”

  1. Bom dia. Sou pessoa que gagueja e a vida toda sofri com essa dificuldade. Não consigo me expressar a maneira que gostaria. A gagueira me causa sofrimento, tenho 36 anos e sempre gaguejei. No trabalho isso me causa desconforto, porque as pessoas não entendem o que é a gagueira, alguns riem, outros fazem piadas, outros tem pena de mim. Em entrevistas de emprego sou excluída.
    Não sou uma pessoa considerada ” normal”, mas também não sou considerada deficiente. Esse projeto de lei me trouxe esperança. Muito obrigada pela postagem.

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