Campeonato Paulista de Vela Adaptada surpreende nas águas da Represa de Guarapiranga

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O Campeonato Paulista de Vela Adaptada, organizado pelo Clube Paradesportivo Superação, ocorreu na Represa de Guarapiranga, no Clube ASBAC – Associação dos Servidores do Banco Central, nos dias 27 e 28 de setembro, em São Paulo.

O evento reuniu atletas iniciantes e profissionais do esporte. Uma oportunidade para lançar novos atletas e difundir a vela adaptada na capital paulista, além de ter sido uma seletiva para o Campeonato Brasileiro de Vela Adaptada 2014 – Classe Sonar, que acontecerá no Rio de Janeiro, em novembro deste ano.

“A categoria ganhou forças em águas paulistanas. O evento foi um sucesso, superando todas as expectativas. Sem dúvida, foi um momento muito importante para o Clube Superação e para o esporte, evidenciando a vela paralímpica no Estado de São Paulo.”, ressaltou Honório Rocha, presidente do Clube Paradesportivo Superação.

A Seletiva contou com cinco veleiros e 15 atletas, disputando seis regatas durante os dois dias de competição.

Entre os ganhadores, estão Luiz Gouveia, Elisabete dos Santos e Robson da Silva, que receberam o posto do primeiro lugar com o barco Guará; Ricardo Messias, Ivan Quirico e Ademir Pereira, com o veleiro Caçador, seguiram em segundo; e Bruno Landgraf, Marinalva Almeida e Marcelo Novaes, ocuparam o terceiro lugar na competição com o Kronos.

“Este campeonato reuniu atletas veteranos e outros mais jovens. Todos os que competiram são dedicados, que almejam estar entre os melhores velejadores. O nosso grande objetivo é mostrar que o esporte para pessoas com deficiência também pode ser praticado na capital”, disse Gouveia, comandante da equipe vencedora.

O Campeonato Paulista de Vela Adaptada 2014 teve organização e realização do Clube Paradesportivo Superação, ASBAC – Associação dos Servidores do Banco Central, e apoios da Muovere Fisioterapia e FEVESP – Federação de Vela do Estado de São Paulo.

3 respostas para “O que aprendi ao falar no TEDx Talks”

  1. Bom dia. Sou pessoa que gagueja e a vida toda sofri com essa dificuldade. Não consigo me expressar a maneira que gostaria. A gagueira me causa sofrimento, tenho 36 anos e sempre gaguejei. No trabalho isso me causa desconforto, porque as pessoas não entendem o que é a gagueira, alguns riem, outros fazem piadas, outros tem pena de mim. Em entrevistas de emprego sou excluída.
    Não sou uma pessoa considerada ” normal”, mas também não sou considerada deficiente. Esse projeto de lei me trouxe esperança. Muito obrigada pela postagem.

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