Projeto fotográfico mostra que há vida depois do AVC

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Aos 44 anos, a ex-professora da Unicamp Lúcia Kopschitz Xavier Bastos viu sua vida mudar drasticamente ao sofrer um AVC (acidente vascular cerebral). Após ficar cinco meses em tratamento hospitalar, ela voltou para casa, mas já não era a mesma. O acidente deixou graves sequelas, impedindo que ela se movimentasse do pescoço para baixo ou sequer falasse.

Para uma professora de meia idade, ficar em uma cadeira de rodas e sem a capacidade de fala pode parecer o fim, mas é precisamente o oposto que mostra o sensível ensaio fotográfico intitulado “AVC não é o fim“, projeto do fotógrafo Erik Nardini. Em imagens encantadoras, ele retrata o dia a dia de Lúcia que, apesar de estar debilitada, segue a vida.

Para contornar a incapacidade de fala, Lúcia utiliza um alfabeto especial, com o qual se comunica por meio de piscar de olhos. As letras são pronunciadas pelo interlocutor e Lúcia pisca o olho caso seja a letra que ela quer. O ensaio tem o apoio da World Stroke Organization e da Rede Brasil AVC, além de fazer parte do Dia Mundial de Combate ao AVC, celebrado em 29 de outubro.

Para ver a galeria completa, clique aqui.

Fonte: Hypeness

6 respostas para “O que aprendi ao falar no TEDx Talks”

  1. Bom dia. Sou pessoa que gagueja e a vida toda sofri com essa dificuldade. Não consigo me expressar a maneira que gostaria. A gagueira me causa sofrimento, tenho 36 anos e sempre gaguejei. No trabalho isso me causa desconforto, porque as pessoas não entendem o que é a gagueira, alguns riem, outros fazem piadas, outros tem pena de mim. Em entrevistas de emprego sou excluída.
    Não sou uma pessoa considerada ” normal”, mas também não sou considerada deficiente. Esse projeto de lei me trouxe esperança. Muito obrigada pela postagem.

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