Pernambuco investe em inclusão de turistas com deficiência

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Mais de 900 pessoas, entre recepcionistas, mensageiros e garçons, receberam um treinamento de capacitação para aprimorar o atendimento a pessoas que tenham algum tipo de deficiência.

Ao todo, 68 estabelecimentos, entre bares, restaurantes, hotéis, pousadas e empresas de receptivo turístico, foram beneficiados pela iniciativa da Secretaria de Turismo de Pernambuco, por meio da Empresa de Turismo do Estado.

A Empetur, como é chamada, já desenvolve projetos voltados à acessibilidade, como o Praia Sem Barreiras – que ajuda pessoas com mobilidade reduzida a tomarem banhos de mar, e distribui cartilhas com informações básicas sobre como tornar acessíveis os equipamentos turísticos.

A iniciativa está em sintonia com o conjunto de ações do Ministério do Turismo que tem por objetivo promover a inclusão social e o acesso de pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida à atividade turística.

O treinamento foi feito em parceria com o Sebrae, e liderada pelos consultores em acessibilidade como a cadeirante Mosana Cavalcanti, e Manoel Aguiar, que é uma pessoa com deficiência visual. Nas apresentações, foram simuladas situações do dia a dia. A última cidade a receber a capacitação foi Petrolina, cujas atividades se encerram neste sábado (18). As palestras também foram realizadas na capital, Recife, Olinda, Jaboatão dos Guararapes e Fernando de Noronha.

O Ministério do Turismo também tem investido em obras para melhorar alguns destinos turísticos brasileiros, transformando-os em locais mais acessíveis.

O ministério também lançou, em junho deste ano, a ferramenta eletrônica Turismo Acessível, que permite ao internauta cadastrar e avaliar estabelecimentos e atrações turísticas, de acordo com seu nível de acessibilidade.

O Brasil tem cerca de 45,6 milhões de pessoas com algum tipo de deficiência, o que representa cerca de 23,92% da população brasileira, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em 2016, o Brasil sediará os Jogos Paralímpicos, no Rio de Janeiro, quando serão esperados 4.350 atletas de 176 países, de acordo com a organização do evento.

Fonte: Portal Brasil

3 respostas para “O que aprendi ao falar no TEDx Talks”

  1. Bom dia. Sou pessoa que gagueja e a vida toda sofri com essa dificuldade. Não consigo me expressar a maneira que gostaria. A gagueira me causa sofrimento, tenho 36 anos e sempre gaguejei. No trabalho isso me causa desconforto, porque as pessoas não entendem o que é a gagueira, alguns riem, outros fazem piadas, outros tem pena de mim. Em entrevistas de emprego sou excluída.
    Não sou uma pessoa considerada ” normal”, mas também não sou considerada deficiente. Esse projeto de lei me trouxe esperança. Muito obrigada pela postagem.

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