Escolas de Pernambuco farão busca ativa de pessoas com deficiência para cursos

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Agentes da rede básica de ensino de Pernambuco farão busca ativa de pessoas com deficiência aptas a ingressar em cursos de qualificação profissional oferecidos pelo governo federal na região. A ação é uma parceria entre a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH-PR) e da Secretaria Estadual de Educação (SEE).

Com a iniciativa, unidades de ensino de 185 municípios pernambucanos foram convidadas pela Gerência de Políticas de Educação Especial (GEDE-SEE) para realizar matrículas de pessoas com deficiência em cursos realizados por unidades do Sistema S (Senac, Sesc, Senai e Senat) e por institutos federais na região. Quem ingressa nos cursos recebe apoio para transporte e alimentação e não perde os benefícios governamentais que recebe.

A ação foi articulada pelo consultor da SDH-PR na região, Roberto Paulo do Vale Tiné, em parceria com a GEDE. A expectativa é que a ação possibilite a entrada de 2,3 mil alunos com deficiência atualmente matriculados na rede estadual de ensino em cursos profissionalizantes.

“O processo de inclusão das pessoas com deficiência em cursos tecnológicos ainda é lento no Estado. A desinformação e a resistência dos familiares em permitir que essas pessoas saiam de casa são desafios que ainda precisamos superar. Essas estratégias buscam mudar essa visão”, explica Tiné.

Oportunidade – A ação é parte do Plano Nacional de Qualificação das Pessoas com Deficiência, que prioriza a entrada de pessoas com esse perfil em cursos técnicos e tecnológicos gratuito. As instituições que integram o plano são o Senac (Serviço Nacional do Comércio), o Senai (Serviço Nacional da Indústria), o Sesi (Serviço Social da Indústria), o Senat (Serviço Social do Transporte) e institutos federais integram a iniciativa nacional.

Fonte: Secretaria dos Direitos Humanos

3 respostas para “O que aprendi ao falar no TEDx Talks”

  1. Bom dia. Sou pessoa que gagueja e a vida toda sofri com essa dificuldade. Não consigo me expressar a maneira que gostaria. A gagueira me causa sofrimento, tenho 36 anos e sempre gaguejei. No trabalho isso me causa desconforto, porque as pessoas não entendem o que é a gagueira, alguns riem, outros fazem piadas, outros tem pena de mim. Em entrevistas de emprego sou excluída.
    Não sou uma pessoa considerada ” normal”, mas também não sou considerada deficiente. Esse projeto de lei me trouxe esperança. Muito obrigada pela postagem.

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