Perna biônica tecnológia ajuda pacientes em fisioterapia e dispensa o uso de muletas

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Recuperar a capacidade de andar é um processo longo e doloroso. Exige disciplina, paciência e doses cavalares de força de vontade. Isso tudo para alguém que já lida com o trauma de uma cirurgia no joelho, de um AVC, ou de qualquer outro evento que cause limitações de movimentos nas pernas. Mas, se depender da AlterG Bionic Leg, essa etapa da recuperação passará a ser menos sofrida. Segundo a empresa, trata-se do “primeiro exoesqueleto robótico vestível e móvel para fisioterapia dos membros inferiores”. É uma perna biônica que oferece assistência motorizada para estender e flexionar os joelhos, dispensando o uso de muletas.

Para colocá-la não é preciso qualquer intervenção cirúrgica adicional. Basta o auxílio de um clínico para prender o dispositivo na perna. A Bionic Leg é ajustável para praticamente qualquer biótipo, pesa cerca de 3,5 kg e leva apenas três minutos até ser instalada.

Mas a maior inovação fica no sapato da pessoa. Uma palmilha com quatro sensores de pressão deve ser colocada no calçado e ligada ao restante do aparato. São eles que permitem à perna reagir automaticamente e fazer as ações que se deseja. A pressão do pé sobre os sensores junto com a tensão do joelho avisam à perna biônica que a pessoa quer sentar, levantar, andar, subir um degrau. Conforme os movimentos vão evoluindo, é possível reduzir a assistência robótica para aumentar o uso natural da perna.

O pessoal do site Gizmodo fez um teste com o produto, veja como foi:

Fonte: Hypeness

6 respostas para “O que aprendi ao falar no TEDx Talks”

  1. Bom dia. Sou pessoa que gagueja e a vida toda sofri com essa dificuldade. Não consigo me expressar a maneira que gostaria. A gagueira me causa sofrimento, tenho 36 anos e sempre gaguejei. No trabalho isso me causa desconforto, porque as pessoas não entendem o que é a gagueira, alguns riem, outros fazem piadas, outros tem pena de mim. Em entrevistas de emprego sou excluída.
    Não sou uma pessoa considerada ” normal”, mas também não sou considerada deficiente. Esse projeto de lei me trouxe esperança. Muito obrigada pela postagem.

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