Rio realiza feira de empregabilidade para pessoas com deficiência

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O Ministério do Trabalho e Emprego, em parceria com o Senac, Secretaria Estadual de Trabalho e Renda e a Secretaria Municipal de Trabalho e Emprego do Rio de Janeiro lançaram na última segunda-feira (17), uma grande feira de oportunidades para estimular a inserção social e profissional das pessoas com deficiência e dos beneficiários reabilitados do INSS.

"Antes a pessoa ao conseguir se empregar perdia o benefício, hoje ela não perde mais. Perde apenas durante o período que estiver empregado", ressaltou o ministro do Trabalho e Emprego, Manoel Dias, na abertura da feira Rio + Inclusivo, que acontece até as 17h no Centro Politécnico do Senac, Rua Paes de Andrade, 25 – Riachuelo, na Zona Norte da cidade.

Ao todo, 42 empresas participam da iniciativa, que oferece 1.200 vagas para pessoas com deficiência e aposentados pelo INSS no mercado de trabalho. "De um lado você tem o empregador que não cumpre a cota, alegando que não encontram pessoas aptas e do outro o trabalhador desempregado. O objetivo aqui é diminuir essa distância", afirma Flávio Souza, gerente executivo regional do INSS, destacando que a ideia é que o evento entre para o calendário do Rio como uma feira de oportunidades.

De acordo com a secretaria Estadual de Trabalho e Renda, os governos municipal e estadual atuam em parceria com o Senac e com o MTE para auxiliar no cumprimento da lei 8213/1991, que determina que empresas com mais de 100 funcionários destine um percentual do seu quadro para pessoas com deficiência. "Nosso objetivo não é punir as empresas, mas que há necessidade de empregar pessoas com deficiência", afirmou o secretário Sérgio Romay, destacando que durante todo o ano esses trabalhadores também podem procurar um dos 66 postos do Sine (Sistema Nacional de Emprego) no Estado ou o Nead (Núcleo de Atendimento ao Deficiente) na avenida General Justo, número 275.

Para pessoas com deficiência que possuam apenas o ensino médio, o Senac também oferece 200 vagas em cursos de qualificação. "A intenção é reunir a sociedade com o mercado de trabalho. Com o tempo o objetivo é ampliar essas vagas. Queremos formar e encaminhar para o mercado de trabalho", enfatizou Eduardo Diniz, diretor geral do Senac.

Fonte: G1

9 respostas para “O que aprendi ao falar no TEDx Talks”

  1. Bom dia. Sou pessoa que gagueja e a vida toda sofri com essa dificuldade. Não consigo me expressar a maneira que gostaria. A gagueira me causa sofrimento, tenho 36 anos e sempre gaguejei. No trabalho isso me causa desconforto, porque as pessoas não entendem o que é a gagueira, alguns riem, outros fazem piadas, outros tem pena de mim. Em entrevistas de emprego sou excluída.
    Não sou uma pessoa considerada ” normal”, mas também não sou considerada deficiente. Esse projeto de lei me trouxe esperança. Muito obrigada pela postagem.

  2. Vcs que tem alguma diferença física dos outros, nuncam se sintam inferiores, somos todos iguais. Deus, Ele nos fez perfeitos com muito amor e todos somos capazes, nunca deixe se elevar pelo sentimento ruim de alguém que não sabe se expressar, qualquer ser humano pode superar suas dificuldades, se orgulhe de vcs, são capazes de fazer sempre o melhor, e use a seu favor: a paciência, benovolência e a calma e toda a sabedoria que vcs tem. Um grande abraço meus irmãos.

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