Vida Mais Livre recebe Prêmio “ARede 2014”

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No dia 17 de novembro, o Vida Mais Livre foi vencedor do Prêmio ARede 2014, da revista ARede, editada pela Bit Social. A premiação tem como ideal valorizar e dar visibilidade a iniciativas de inclusão social que utilizam as tecnologias de informação e de comunicação (TICs). Nosso portal foi vencedor da modalidade "Setor Privado", dentro da categoria "Tecnologia para Acessibilidade".

A comissão julgadora da 8ª edição do evento foi composta por treze jurados de áreas relacionadas à inclusão e tecnologia, desde educadores a diretores e presidentes de Institutos. A solenidade de entrega do prêmio foi realizada no Instituto Itaú Cultural, em São Paulo.

"É uma honra receber este reconhecimento público. O portal surgiu a partir de um desejo de todos da Espiral Interativa, nossa agência mantenedora, de trabalhar em uma iniciativa que de alguma forma contribuísse para a criação de uma sociedade mais inclusiva", comenta Simone Freire, diretora da agência e do portal. "É um prêmio dedicado a todos nós, principalmente aos nossos mais de 1.2 milhão de leitores, que têm nos acompanhado nesses quase cinco anos de vida", comemora.

Sobre o Vida Mais Livre:

Idealizado pela agência Espiral Interativa, com o apoio do Instituto Mara Gabrilli, o portal nasceu com a proposta de suprir a falta de sites adaptados às pessoas com deficiência.

Além de conteúdo direcionado, como reportagens especiais, dicas de entretenimento, políticas públicas e entrevistas com especialistas, o Vida Mais Livre favorece a troca de informações e experiências entre familiares, amigos e profissionais interessados em se aprofundar em temas pertinentes a este público.

Assim que saiu do papel, o projeto foi apresentado à Mara Gabrilli que, por meio do Instituto Mara Gabrilli, decidiu apoiá-lo exatamente por entender seu importante papel como ferramenta de inclusão digital e social deste público.

9 respostas para “O que aprendi ao falar no TEDx Talks”

  1. Bom dia. Sou pessoa que gagueja e a vida toda sofri com essa dificuldade. Não consigo me expressar a maneira que gostaria. A gagueira me causa sofrimento, tenho 36 anos e sempre gaguejei. No trabalho isso me causa desconforto, porque as pessoas não entendem o que é a gagueira, alguns riem, outros fazem piadas, outros tem pena de mim. Em entrevistas de emprego sou excluída.
    Não sou uma pessoa considerada ” normal”, mas também não sou considerada deficiente. Esse projeto de lei me trouxe esperança. Muito obrigada pela postagem.

  2. Vcs que tem alguma diferença física dos outros, nuncam se sintam inferiores, somos todos iguais. Deus, Ele nos fez perfeitos com muito amor e todos somos capazes, nunca deixe se elevar pelo sentimento ruim de alguém que não sabe se expressar, qualquer ser humano pode superar suas dificuldades, se orgulhe de vcs, são capazes de fazer sempre o melhor, e use a seu favor: a paciência, benovolência e a calma e toda a sabedoria que vcs tem. Um grande abraço meus irmãos.

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