Projeto ‘Muda do Afeto’ é apresentado em Uberlândia, MG

Compartilhe:

Com o objetivo de conscientizar a população sobre a inclusão de pessoas com deficiência na sociedade, foi lançado na última quarta-feira (17), em Uberlândia, o Projeto "Muda do Afeto". Composto por dois livros, filme, CDs e uma cartilha de acessibilidade, a ação foi desenvolvida pela escritora Fernanda de Oliveira, o maestro Giordano Pagotti e a especialista em projetos de acessibilidade, Karolina Cordeiro. O lançamento aconteceu às 19h na Casa X, na Avenida Afonso Pena, nº 3999, no Bairro Brasil. O projeto conta com o apoio do Ministério Público do Trabalho, além de empresas privadas da cidade.

A cartilha do projeto aborda assuntos de todos os tipos de deficiência e oferece dicas desde como lidar e receber essas pessoas em estabelecimentos comerciais até a importância de respeitar as vagas exclusivas no trânsito. Já os livros abordam a temática de inclusão escolar e às crianças com alguma deficiência. Todo o material possui CD com trilha sonora, composta pelo maestro Giordano, e narração com as vozes de cada personagem.

Para uma das idealizadoras do projeto, o objetivo da ação é mobilizar o público na humanização e na mudança de olhar em relação às pessoas com deficiência. “Nosso material envolve desde a pessoa que estaciona o carro em vaga de deficiente até o comerciante que precisa aprimorar o seu conhecimento sobre o atendimento às pessoas com deficiência no mercado”, comentou a escritora Fernanda de Oliveira.

Serviço
Lançamento Projeto Muda do Afeto
Data: 17 de dezembro
Horário: 19h
Local: Casa X (Av. Afonso Pena, nº 3939, Bairro Brasil)

Fonte: G1

3 respostas para “O que aprendi ao falar no TEDx Talks”

  1. Bom dia. Sou pessoa que gagueja e a vida toda sofri com essa dificuldade. Não consigo me expressar a maneira que gostaria. A gagueira me causa sofrimento, tenho 36 anos e sempre gaguejei. No trabalho isso me causa desconforto, porque as pessoas não entendem o que é a gagueira, alguns riem, outros fazem piadas, outros tem pena de mim. Em entrevistas de emprego sou excluída.
    Não sou uma pessoa considerada ” normal”, mas também não sou considerada deficiente. Esse projeto de lei me trouxe esperança. Muito obrigada pela postagem.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *