Conheça a 1ª Delegacia especializada para pessoas com deficiência da Polícia Civil de SP

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Numa parceria entre as secretarias estaduais da Segurança Pública e dos Direitos da Pessoa com Deficiência, a Polícia Civil de São Paulo instalou desde junho de 2014 uma Delegacia especializada para atender pessoas com deficiência. Nesses sete meses de atuação, foram lavrados 123 boletins de ocorrência e instaurados 44 inquéritos.

O trabalho da delegacia vai muito além do atendimento de Polícia Judiciária, pois acompanha inclusive denúncias e boletins de ocorrência de todo o Estado de São Paulo. Segundo a delegada titular, Marli Mauricio Tavares, os casos mais comuns registrados são de ameaça, furto, lesão corporal, maus tratos e injúria qualificada por preconceito, entre outros.

A Delegacia de Polícia da Pessoa com Deficiência (DPPD) realiza um trabalho diferenciado e conta com um Centro de Apoio integrado por assistentes sociais, psicólogos, intérpretes de Libras (para atender aos surdos) e mecanismos que facilitam o acesso à informações para pessoas com deficiência visual.

Além disso, conta com uma equipe de policiais devidamente treinados e capacitados para dar atendimento direto aos casos que chegam pessoalmente à delegacia.

Os policiais e a equipe multidisciplinar desenvolvem um trabalho humano significativo e oferecem suporte remoto ou presencial para outros distritos policiais e ainda, programam visitas domiciliares e encaminham as vítimas para serviços de proteção social, como o Centro de Referência Especializada em Assistência Social (Creas), por exemplo.

Outra atividade da equipe é reciclar os policiais sobre as características da violência contra pessoas com deficiência para prepará-los a prestar um atendimento de excelência às vítimas. Vale ressaltar que mais de 300 alunos da Academia de Polícia (Acadepol) passaram por esse tipo de treinamento.

A DPPD foi criada pelo Decreto nº 60.028, de 3 de janeiro de 2014 e tem por objetivo ainda, de oferecer orientação e consultoria às demais delegacias do Estado. O Decreto prevê, também, a futura instalação de delegacias especializadas em outras regiões do Estado.

Fonte: Polícia Civil

9 respostas para “O que aprendi ao falar no TEDx Talks”

  1. Bom dia. Sou pessoa que gagueja e a vida toda sofri com essa dificuldade. Não consigo me expressar a maneira que gostaria. A gagueira me causa sofrimento, tenho 36 anos e sempre gaguejei. No trabalho isso me causa desconforto, porque as pessoas não entendem o que é a gagueira, alguns riem, outros fazem piadas, outros tem pena de mim. Em entrevistas de emprego sou excluída.
    Não sou uma pessoa considerada ” normal”, mas também não sou considerada deficiente. Esse projeto de lei me trouxe esperança. Muito obrigada pela postagem.

  2. Vcs que tem alguma diferença física dos outros, nuncam se sintam inferiores, somos todos iguais. Deus, Ele nos fez perfeitos com muito amor e todos somos capazes, nunca deixe se elevar pelo sentimento ruim de alguém que não sabe se expressar, qualquer ser humano pode superar suas dificuldades, se orgulhe de vcs, são capazes de fazer sempre o melhor, e use a seu favor: a paciência, benovolência e a calma e toda a sabedoria que vcs tem. Um grande abraço meus irmãos.

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