Mostra de Cinema e Direitos humanos será exibida em Macaé, RJ

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A 9ª Mostra Cinema e Direitos Humanos no Hemisfério Sul acontecerá em Macaé, interior do Rio, a partir do dia 3 de fevereiro, no Solar dos Mello. O evento recebe o apoio da Petrobras e este ano abordará o cinquentenário do golpe de estado no Brasil, ocorrido em 1964. A mostra irá exibir 41 filmes classificados em sessões de 'Mostra Competitiva', 'Sessão Inventar com a Diferença', 'Mostra Memória e Verdade' e 'Mostra Homenagem Lúcia Murat'.

A Mostra Competitiva, em que o público elegerá os melhores filmes por meio de votação popular, apresentará 24 longas e curta-metragens produzidos em países como Egito, Jordânia, Índia, além dos representantes da América Latina. A votação popular também elegerá a melhor obra exibida durante a Sessão Inventar com a Diferença, que exibe filmes-carta produzidos em todo o país por alunos de escolas da rede pública de ensino participaram do projeto Inventar com a Diferença.

As produções incluídas na 'Mostra Memória e Verdade' abordam o golpe de 1964, trazendo ao debate questões sobre a ditadura e os contornos políticos do período. Entre os filmes, os documentários Setenta (2013), de Emília Silveira Brasil, e Cabra Marcado para Morrer (1984), de Eduardo Coutinho.

A 'Mostra Homenagem Lúcia Murat', exibe a vida da cineasta carioca que esteve envolvida com os movimentos políticos de resistência ao golpe e que, por isso, foi presa em 1971. A obra de Lúcia Murat é marcada pela diversidade de estilos e gêneros e por personagens que têm suas trajetórias marcadas por suas opções políticas. A mostra apresentará os filmes Que Bom Te Ver Viva (1989), Doces Poderes (1996), Brava Gente Brasileira (2000) e Uma Longa Viagem (2001).

A programação inclui anda outros debates que envolvem os direitos humanos, com filmes que abordam temas como opções sexuais e enfretamento da homofobia; questões culturais e territoriais da população indígena; e diretos da pessoa com deficiência.

A entrada é franca e todas as mostras contam com sistema de closed caption e sessões que incluem audiodescrição, voltadas para pessoas com deficiência visual.

Fonte: G1

9 respostas para “O que aprendi ao falar no TEDx Talks”

  1. Bom dia. Sou pessoa que gagueja e a vida toda sofri com essa dificuldade. Não consigo me expressar a maneira que gostaria. A gagueira me causa sofrimento, tenho 36 anos e sempre gaguejei. No trabalho isso me causa desconforto, porque as pessoas não entendem o que é a gagueira, alguns riem, outros fazem piadas, outros tem pena de mim. Em entrevistas de emprego sou excluída.
    Não sou uma pessoa considerada ” normal”, mas também não sou considerada deficiente. Esse projeto de lei me trouxe esperança. Muito obrigada pela postagem.

  2. Vcs que tem alguma diferença física dos outros, nuncam se sintam inferiores, somos todos iguais. Deus, Ele nos fez perfeitos com muito amor e todos somos capazes, nunca deixe se elevar pelo sentimento ruim de alguém que não sabe se expressar, qualquer ser humano pode superar suas dificuldades, se orgulhe de vcs, são capazes de fazer sempre o melhor, e use a seu favor: a paciência, benovolência e a calma e toda a sabedoria que vcs tem. Um grande abraço meus irmãos.

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