Pais de crianças com deficiência do Pará cobram agilidade em obras de equoterapia

Compartilhe:

Pais de crianças com deficiência física de Santarém, oeste do Pará, cobram agilidade nas obras de construção do centro de equoterapia – utilização do cavalo como recurso terapêutico para o desenvolvimento biopsicossocial. O espaço deve funcionar na Cavalaria da Polícia Militar, no bairro Maracanã. As obras iniciaram em julho de 2014, mas ainda não foram concluídas.

Segundo os pais, os filhos estão perdendo tempo em que deveriam estar em tratamento e não podem mais esperar. O local, que deve ser coordenado pela Polícia Militar, deveria estar atendendo crianças que têm paralisia cerebral, problemas neurológicos, ortopédicos, posturais; comprometimentos mentais, como a Síndrome de Down, e diversas outras deficiências.

A construção é de responsabilidade da prefeitura. Desde julho, quando iniciaram as obras, o serviço foi paralisado por diversas vezes. O último prazo de entrega foi o final de dezembro, e mais uma vez não foi cumprido.

Enquanto isso, muitas crianças fizeram exames de avaliação para poder praticar a equoterapia, exames esses que já venceram. "Tudo demanda custo. Já foram feitos exames de coração, ortopédicos para saber se a criança tem habilidade para estar em cima do cavalo. A gente vai precisar reavaliar, passar por todos os profissionais de saúde para ver se consegue novamente, ver se essa criança ainda permanece habilitada", reclamou Kellen Garcia, mãe de criança com deficiência.

“O tempo para nós é fundamental. Nossos filhos não têm tempo para perder, pois já nasceram com limitações importantes. A prefeitura não apresenta um motivo para nós, eles são muito receptivos com a gente, mas o que a gente percebe é que a obra para, a gente vai cobrar, a obra volta, mas depois para”, afirmou Rosane Bastos, que é mãe de uma criança com deficiência.

O secretário municipal de Infraestrutura, Edilson Pimentel, afirmou que o atraso nas obras ocorreu foi causado pela empresa responsável, mas o serviço deve ser concluído ainda em fevereiro.

Fonte: G1

9 respostas para “O que aprendi ao falar no TEDx Talks”

  1. Bom dia. Sou pessoa que gagueja e a vida toda sofri com essa dificuldade. Não consigo me expressar a maneira que gostaria. A gagueira me causa sofrimento, tenho 36 anos e sempre gaguejei. No trabalho isso me causa desconforto, porque as pessoas não entendem o que é a gagueira, alguns riem, outros fazem piadas, outros tem pena de mim. Em entrevistas de emprego sou excluída.
    Não sou uma pessoa considerada ” normal”, mas também não sou considerada deficiente. Esse projeto de lei me trouxe esperança. Muito obrigada pela postagem.

  2. Vcs que tem alguma diferença física dos outros, nuncam se sintam inferiores, somos todos iguais. Deus, Ele nos fez perfeitos com muito amor e todos somos capazes, nunca deixe se elevar pelo sentimento ruim de alguém que não sabe se expressar, qualquer ser humano pode superar suas dificuldades, se orgulhe de vcs, são capazes de fazer sempre o melhor, e use a seu favor: a paciência, benovolência e a calma e toda a sabedoria que vcs tem. Um grande abraço meus irmãos.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *