Criança com deficiência é vítima de preconceito em pizzaria no Rio de Janeiro

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O pequeno Léo, de 8 anos, foi vítima de preconceito em uma pizzaria por conta de sua deficiência, segundo relatos da mãe, Mariana Hart, nas redes sociais. O caso ocorreu na Pizza Hut do Américas Shopping, no Recreio, zona oeste do Rio, no último domingo (22).

Na publicação, Marina contou que foi ao estabelecimento para comemorar o aniversário dela. A jovem estava acompanhada do marido e dos três filhos. De acordo com ela, o primeiro garçom ignorou a presença de Leo à mesa e não levou um prato para a criança. Em seguida, outro funcionário serviu a família e perguntou se o menino iria comer.

Indignada com a atitude, Marina fez um desabafo: "não sei se ele reparou, mas Leo é uma criança e não uma coisa. Sente fome, sede…"

Já no final, Mariana pediu uma promoção, que teria direito por ser aniversariante e por estar acompanhada de mais quatro convidados. Porém, o funcionário informou que ela receberia outro item, referente à mesa com apenas quatro pessoas. Ao ser questionado pela família, ele disse que iria consultar a gerência.

Segundo a mãe do menino, não é a primeira vez que acontece um caso como esse envolvendo a criança. Cansada, Mariana fez um apelo aos proprietários da pizzaria para que treinem melhor seus funcionários, já que "deficientes existem, não são invisíveis".

Em nota, a Pizza Hut informou que, ao saber do caso, tentou imediatamente contatar a cliente, sem obter resposta mesmo após sucessivas tentativas. A empresa reafirma que não compactua com qualquer tipo de discriminação e continua à disposição da cliente.

Fonte: R7

9 respostas para “O que aprendi ao falar no TEDx Talks”

  1. Bom dia. Sou pessoa que gagueja e a vida toda sofri com essa dificuldade. Não consigo me expressar a maneira que gostaria. A gagueira me causa sofrimento, tenho 36 anos e sempre gaguejei. No trabalho isso me causa desconforto, porque as pessoas não entendem o que é a gagueira, alguns riem, outros fazem piadas, outros tem pena de mim. Em entrevistas de emprego sou excluída.
    Não sou uma pessoa considerada ” normal”, mas também não sou considerada deficiente. Esse projeto de lei me trouxe esperança. Muito obrigada pela postagem.

  2. Vcs que tem alguma diferença física dos outros, nuncam se sintam inferiores, somos todos iguais. Deus, Ele nos fez perfeitos com muito amor e todos somos capazes, nunca deixe se elevar pelo sentimento ruim de alguém que não sabe se expressar, qualquer ser humano pode superar suas dificuldades, se orgulhe de vcs, são capazes de fazer sempre o melhor, e use a seu favor: a paciência, benovolência e a calma e toda a sabedoria que vcs tem. Um grande abraço meus irmãos.

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