Aplicativo ajuda pessoas cegas a andar de metrô em Londres

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A britânica Lauren Richardson tem deficiência visual e está usando um smartphone para andar no metrô de Londres. Ela faz parte de um teste pioneiro. Antenas bluetooth localizam os usuários e transmitem instruções pelo fone de ouvido. 

Para Lauren, tem sido uma experiência libertadora, porque era um desafio para ela usar o metrô. "É difícil para mim ler as placas e não consigo entender os mapas muito bem porque não consigo lê-los. Era ruim, porque fico com medo quando não sei para onde estou indo", afirma.

Tom Pay, um ex-banqueiro, perdeu a visão quando tinha um pouco mais de 30 anos. Ele acredita que a tecnologia criará oportunidades de trabalho. "Esta é uma inovação muito simples que nos dá confiança. Você sabe que chegará em casa com segurança", diz Pay.

O departamento de transporte de Londres estuda ampliar a oferta do serviço e seus criadores dizem que ele pode ter várias outras aplicações.

"Não está restrito apenas ao metrô. Pode ser usado em outras formas de transporte, porque a antena é pequena e pode ser presa em qualquer lugar", explica o desenvolvedor de software Umesh Pandya.

Fonte: UOL

6 respostas para “O que aprendi ao falar no TEDx Talks”

  1. Bom dia. Sou pessoa que gagueja e a vida toda sofri com essa dificuldade. Não consigo me expressar a maneira que gostaria. A gagueira me causa sofrimento, tenho 36 anos e sempre gaguejei. No trabalho isso me causa desconforto, porque as pessoas não entendem o que é a gagueira, alguns riem, outros fazem piadas, outros tem pena de mim. Em entrevistas de emprego sou excluída.
    Não sou uma pessoa considerada ” normal”, mas também não sou considerada deficiente. Esse projeto de lei me trouxe esperança. Muito obrigada pela postagem.

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