Parque para crianças com deficiências é inaugurado em parceria com a Apae

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Um parque para crianças com ou sem deficiência brincarem foi inaugurado na última sexta-feira (20) em Araraquara (SP). A cidade é uma das quatro no país que recebe o ‘Anna Laura Parques Para Todos’ em 2015. O local é uma homenagem a uma menina saudável que morava em São Paulo (SP) e faleceu em 2012, fazendo a família resolver criar parques em sua homenagem. Além dos brinquedos tradicionais, como balanço e escorregador adaptados para deficientes, o local também tem brinquedos que estimulam as crianças.

A capacidade é de 30 crianças brincando simultaneamente. No local as crianças terão o acompanhamento de terapeutas, educadores físicos e fonoaudiólogos. O parquinho funciona de segunda a sexta-feira, das 8h Às 16h30, sempre com monitoramento de profissionais.

Adriana Biasiolo, diretora da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae), acredita que a iniciativa trará muitos benefícios para a cidade. “Foi um presente que a Apae ganhou, assim como o município, já que uma das fundadoras do projeto é natural de Araraquara. Todo o parque é monitorado por profissionais da Apae”, contou.

Iniciativa
O Projeto Alpapato, Anna Laura Parques Para Todos, foi criado como uma homenagem a Anna Laura Petlik Fischer, que faleceu em 30 de maio de 2012. Participam do projeto várias pessoas, instituições e empresas. O primeiro parque foi inaugurado no bairro da Mooca, em São Paulo, no dia 25 de janeiro de 2014.

A iniciativa disponibiliza espaços estruturados compostos por diversos recursos lúdicos para crianças com ou sem deficiências. Dessa forma, as crianças com mobilidade reduzida, alterações sensoriais e intelectuais terão a oportunidade de brincar de forma segura e ampliar experiências motoras, cognitivas e sensoriais. As atividades favorecem a melhora da autoestima, promovendo a acessibilidade social.

Fonte: G1

9 respostas para “O que aprendi ao falar no TEDx Talks”

  1. Bom dia. Sou pessoa que gagueja e a vida toda sofri com essa dificuldade. Não consigo me expressar a maneira que gostaria. A gagueira me causa sofrimento, tenho 36 anos e sempre gaguejei. No trabalho isso me causa desconforto, porque as pessoas não entendem o que é a gagueira, alguns riem, outros fazem piadas, outros tem pena de mim. Em entrevistas de emprego sou excluída.
    Não sou uma pessoa considerada ” normal”, mas também não sou considerada deficiente. Esse projeto de lei me trouxe esperança. Muito obrigada pela postagem.

  2. Vcs que tem alguma diferença física dos outros, nuncam se sintam inferiores, somos todos iguais. Deus, Ele nos fez perfeitos com muito amor e todos somos capazes, nunca deixe se elevar pelo sentimento ruim de alguém que não sabe se expressar, qualquer ser humano pode superar suas dificuldades, se orgulhe de vcs, são capazes de fazer sempre o melhor, e use a seu favor: a paciência, benovolência e a calma e toda a sabedoria que vcs tem. Um grande abraço meus irmãos.

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