Crise financeira do RJ compromete atendimentos a crianças deficientes

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As dificuldades financeiras do Rio deJaneiro chegaram às entidades que cuidam de crianças deficientes. Em audiência pública na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, a secretaria de Assistência Social Teresa Cosentino admitiu que não tem recursos para pagar os três meses de repasses atrasados.

Estavam presentes representantes de 134 instituições filantrópicas. A presidente da Associação Pestalozzi de Saquarema, Mara Silveira, se emocionou ao dizer que alguns funcionários se demitiram por falta de pagamento e que a entidade não tem condições de receber novos alunos.

Essa crise afeta também os alunos do Colégio de Aplicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (CAP-Uerj). Depois de adiar o início das aulas quatro vezes, a direção da unidade informou que não tem condições de começar o ano letivo por causa da falta de professores. Dessa vez, o CAP não anunciou uma nova data.

Fonte: G1

6 respostas para “O que aprendi ao falar no TEDx Talks”

  1. Bom dia. Sou pessoa que gagueja e a vida toda sofri com essa dificuldade. Não consigo me expressar a maneira que gostaria. A gagueira me causa sofrimento, tenho 36 anos e sempre gaguejei. No trabalho isso me causa desconforto, porque as pessoas não entendem o que é a gagueira, alguns riem, outros fazem piadas, outros tem pena de mim. Em entrevistas de emprego sou excluída.
    Não sou uma pessoa considerada ” normal”, mas também não sou considerada deficiente. Esse projeto de lei me trouxe esperança. Muito obrigada pela postagem.

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