Acesso de pessoas com deficiência à educação e cultura é tema de encontro

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Teve início na tarde da última segunda-feira o ciclo de debates Diálogos de Direitos Humanos, cujo objetivo é discutir contribuições para o aperfeiçoamento de políticas públicas. O evento de abertura foi direcionado às pessoas com deficiência, com o tema acesso à educação e à cultura.

De acordo com a Secretaria de Políticas para as Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos, que promove a ação em parceria com a Defensoria Pública do DF, a ideia é inspirada nos Diálogos Culturais da Secretaria de Cultura e debaterá vários temas.

"Esses diálogos foram pensados para que hoje nós falemos de acesso à educação e à cultura e, depois, de acesso à saúde, à cidade – pensando em mobilidade urbana —, e ao trabalho e ao emprego", explica a secretária de Políticas para as Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos, Marise Nogueira. As reflexões também servirão como preparação para as conferências distrital e nacional de direitos humanos, marcadas para o segundo semestre deste ano.

Para o defensor público-geral do DF, Ricardo Batista Sousa, a participação popular é de suma importância. "Exatamente para começarmos a identificar quais são os pontos de violação de direitos ou de subtração desses direitos que podem começar a ser combatidos."

Mulher do governador do Distrito Federal, Márcia Rollemberg contou experiências que teve no governo federal e participou da roda de conversa. "A ideia é de um processo permanente de comunicação, de troca de informação. A sociedade gera um conhecimento muito importante na sua vida, na sua batalha, no seu processo de organização. Ao governo interessa esse processo de diálogo e de interação, de colaboração de saberes."

O evento contou com a participação de diversos órgãos, movimentos sociais e do público em geral. "É com diálogo que a gente constrói. A imposição nunca é bem-vinda. Então, tem que ouvir a comunidade para saber a real necessidade que ela tem", disse a representante do Movimento Permanente Nada sobre Nós sem Nós, Andréa Bonfim.

Fonte: Jornal de Brasília

9 respostas para “O que aprendi ao falar no TEDx Talks”

  1. Bom dia. Sou pessoa que gagueja e a vida toda sofri com essa dificuldade. Não consigo me expressar a maneira que gostaria. A gagueira me causa sofrimento, tenho 36 anos e sempre gaguejei. No trabalho isso me causa desconforto, porque as pessoas não entendem o que é a gagueira, alguns riem, outros fazem piadas, outros tem pena de mim. Em entrevistas de emprego sou excluída.
    Não sou uma pessoa considerada ” normal”, mas também não sou considerada deficiente. Esse projeto de lei me trouxe esperança. Muito obrigada pela postagem.

  2. Vcs que tem alguma diferença física dos outros, nuncam se sintam inferiores, somos todos iguais. Deus, Ele nos fez perfeitos com muito amor e todos somos capazes, nunca deixe se elevar pelo sentimento ruim de alguém que não sabe se expressar, qualquer ser humano pode superar suas dificuldades, se orgulhe de vcs, são capazes de fazer sempre o melhor, e use a seu favor: a paciência, benovolência e a calma e toda a sabedoria que vcs tem. Um grande abraço meus irmãos.

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