Cães-guia e pessoas com deficiência passam por treinamento em ônibus

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Cães-guia treinados pelo Instituto Federal Catarinense (IFC), em Camboriú, estão em fase final de adaptação e têm ajudado pessoas cegas a se locomover com mais segurança pelas cidades. Uma reportagem exibida no Jornal do Almoço desta quarta-feira (1) mostra que esses animais são cada vez mais comuns na rotina de quem tem deficiência visual.

Em Blumenau, no Vale do Itajaí, eles passaram a conviver com os usuários do transporte coletivo dentro dos ônibus da cidade. Estes animais passam pela fase final de adaptação do treinamento para ajudar pessoas cegas a se locomoverem na cidade. Segundo a prefeitura, os testes iniciaram segunda-feira (30) e deve durar duas semanas.

“Ele não deixa você cair. É uma escada que ele te cuida, é um carro que vem e ele te defende”, diz o massagista Amarildo Vanzuita. “É um amigão para toda hora”, diz Vanzuita, que ficou cego quando era criança por causa de um glaucoma.

Dexter, o cachorro que o acompanha na viagem de ônibus mostrada na reportagem, é dócil e obediente. Ele pertence à raça flat coated retriever. Esses cães, que eram muito usados na Inglaterra para a caça, hoje servem para uma finalidade muito mais nobre.
“O cão-guia é uma ferramenta de trabalho. É muito importante que a comunidade entenda isso”, diz o instrutor Fabiano Pereira. A lei permite que os portadores de deficiência visual entrem acompanhados de seus cães-guia em qualquer ambiente. “O cão-guia pode entrar em qualquer ambiente que uma pessoa comum pode entrar”, conclui o treinador.

A presença de Dexter em um terminal de ônibus chamou a atenção de quem passava pelo local. “É muito interessante. Toca no coração”, diz a aposentada Elvira Lacerda.

Fonte: G1

3 respostas para “O que aprendi ao falar no TEDx Talks”

  1. Bom dia. Sou pessoa que gagueja e a vida toda sofri com essa dificuldade. Não consigo me expressar a maneira que gostaria. A gagueira me causa sofrimento, tenho 36 anos e sempre gaguejei. No trabalho isso me causa desconforto, porque as pessoas não entendem o que é a gagueira, alguns riem, outros fazem piadas, outros tem pena de mim. Em entrevistas de emprego sou excluída.
    Não sou uma pessoa considerada ” normal”, mas também não sou considerada deficiente. Esse projeto de lei me trouxe esperança. Muito obrigada pela postagem.

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