Exposição “Sentir Pra Ver” chega ao Memorial da Inclusão

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No próximo dia 8, a exposição “Sentir prá Ver” chega ao Memorial da Inclusão mais uma vez. A abertura é na terça, 7 de abril, e pode ser visitada até 26 de junho. Fica na sede da Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo, que a recebeu em janeiro de 2014. Quem perdeu, terá mais esta oportunidade para conferir uma seleção de reproduções fotográficas acessíveis de obras do acervo da Pinacoteca do Estado.

A exposição conta com diferentes técnicas e busca, de forma inclusiva, apresentar obras do acervo do museu a todos, pessoas com e sem deficiência. Para a realização da exposição foram adicionados recursos de acessibilidade para auxiliar na locomoção da pessoa com deficiência física e/ou mobilidade reduzida, e para estimular a compreensão das obras para pessoas com deficiência visual. Para os videntes sugere-se a utilização de vendas para a apreciação das obras.

As obras podem ser conferidas de várias formas: pelo tato, com a maquete tátil, pode-se tocar as reproduções em relevo e texto em braile; pelo som, por meio de associação poética e musical e audiodescrição; pelo odor; e, após a retirada da venda, o visitante poderá conhecer a obra por sua reprodução fotográfica, pelo esquema em alto contraste e ainda pela leitura do texto de apresentação da obra. Em seguida, os visitantes são convidados à Sala dos Sentidos, espaço permanente do Memorial da Inclusão, onde poderão estimular suas memórias táteis de sons e odores.

SERVIÇO
Memorial da Inclusão recebe exposição “Sentir prá Ver”
Inauguração: 07 de abril, às 19h – Todos estão convidados!
Período da Mostra: 8 de abril a 26 de junho de 2015
Horário: segunda a sexta-feira, das 10h às 17h
Local: Memorial da Inclusão – Sede da Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo
Endereço: Av. Auro Soares de Moura Andrade, 564 – portão 10 – Barra Funda – São Paulo/SP (próximo as estações Metrô-CPTM Barra Funda)

Fonte: Secretaria da Pessoa com Deficiência de SP

9 respostas para “O que aprendi ao falar no TEDx Talks”

  1. Bom dia. Sou pessoa que gagueja e a vida toda sofri com essa dificuldade. Não consigo me expressar a maneira que gostaria. A gagueira me causa sofrimento, tenho 36 anos e sempre gaguejei. No trabalho isso me causa desconforto, porque as pessoas não entendem o que é a gagueira, alguns riem, outros fazem piadas, outros tem pena de mim. Em entrevistas de emprego sou excluída.
    Não sou uma pessoa considerada ” normal”, mas também não sou considerada deficiente. Esse projeto de lei me trouxe esperança. Muito obrigada pela postagem.

  2. Vcs que tem alguma diferença física dos outros, nuncam se sintam inferiores, somos todos iguais. Deus, Ele nos fez perfeitos com muito amor e todos somos capazes, nunca deixe se elevar pelo sentimento ruim de alguém que não sabe se expressar, qualquer ser humano pode superar suas dificuldades, se orgulhe de vcs, são capazes de fazer sempre o melhor, e use a seu favor: a paciência, benovolência e a calma e toda a sabedoria que vcs tem. Um grande abraço meus irmãos.

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