Inscrições para a 23ª edição da Corrida da Unifor vão até 25 de abril

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A Universidade de Fortaleza (Unifor) realiza, em 03/05 , a 23ª edição da sua corrida de rua. A prova tem percurso de 10km e é aberta a atletas amadores e profissionais, com idade mínima de 18 anos. Serão duas largadas, uma delas especialmente para pessoas com deficiência.

E ainda dá tempo de se inscrever. Os interessados devem se inscrever até o dia 25 de abril. As inscrições serão online, ou presencialmente, na Divisão de Assuntos Desportivos (DAD). A taxa de inscrição por atleta é de R$ 60, com preço diferenciado (R$ 30) para pessoas acima de 60 anos, alunos, professores e funcionários da entidade de esnsino superior.

A Corrida da Unifor terá um pelotão de elite, formado por atletas de alto rendimento e histórico de participação em outras competições. Além deles, paratletas disputarão a prova em categorias conforme a deficiência (visual, locomotora, auditiva e intelectual).

As primeiras colocações, masculino e feminino, receberão premiação de R$ 2.500 (1º lugar geral), R$ 2.000 (2º lugar geral) e R$ 1.500 (3º lugar geral). Serão entregues ainda troféus para os três primeiros colocados de cada categoria e medalhas para todos os participantes que concluírem o percurso em até, no máximo, uma hora e meia após a chegada do vencedor.

Já os participantes que concluírem a prova para pessoas com deficiência serão premiados com medalhas e as três primeiras entidades com o maior número de paraatletas finalizando a prova receberão troféus.
Entrega dos kits

Os kits dos atletas serão entregues nos dias 1º (das 9h às 20h) e 2 de maio (das 8h às 16h), no mesmo local da inscrição – a Divisão de Assuntos Desportivos da Unifor. Para retirar o kit, é necessário apresentar documento de identidade e comprovante de pagamento.

Serviço:

Corrida de Rua Unifor 2015
Dia 3 de maio, com largada às 7 horas
Inscrições: 6 a 25 de abril.
Informações: (85) 3477.3476/3416

Fonte: Globo Esporte

6 respostas para “O que aprendi ao falar no TEDx Talks”

  1. Bom dia. Sou pessoa que gagueja e a vida toda sofri com essa dificuldade. Não consigo me expressar a maneira que gostaria. A gagueira me causa sofrimento, tenho 36 anos e sempre gaguejei. No trabalho isso me causa desconforto, porque as pessoas não entendem o que é a gagueira, alguns riem, outros fazem piadas, outros tem pena de mim. Em entrevistas de emprego sou excluída.
    Não sou uma pessoa considerada ” normal”, mas também não sou considerada deficiente. Esse projeto de lei me trouxe esperança. Muito obrigada pela postagem.

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