Fanático por Kiss aos 11 anos, menino com Down realiza sonho após campanha

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Aos 11 anos, Gabriel Mudesto ficou encantado ao conhecer seus ídolos da banda Kiss, após campanha divulgada pelo pai e o tio. O garoto com síndrome de Down é apaixonado pela banda – toca bateria, coleciona toda a vasta linha de merchandising e sabe as músicas de cor. 

Ver uma apresentação exclusiva para fãs na primeira fila, tirar fotos, falar com os ídolos, e mais tarde assistir ao grande show, na Pedreira Paulo Leminski, em Curitiba na terça-feira (21), foi o final feliz da campanha #GabrielMeetKiss. O movimento foi criado pai, Ronaldo Mudesto, e o tio, Rodrigo Toninato.

Gabriel mora em Ribeirão Preto, e viajou para Curitiba em uma aventura: o pai e o tio não tinham certeza que haveria o encontro. Alguns dias antes do show, eles e os amigos começaram a espalhar mensagens nas redes sobre a vontade de Gabriel de chegar perto dos músicos.

Eles conseguiram contatos com pessoas do fã-clube e produtores, que indicaram o caminho: Curitiba, onde haveria show exclusivo da banda. Lá a missão seria mais possível, pois o encontro com fãs era menos concorrido que em outros locais, especialmente SP. A banda ainda vai a BH (23), Brasília (24) e SP (26).

Ao chegar ao "meet and greet" (encontro pago com fãs), eles conseguiram convencer os produtores. O próprio pai ficou de fora, enquanto o tio, que tinha comprado entrada, levou o menino (em outras ocasiões, crianças são barradas no "meet and greet", mas os responsáveis abriram espaço para Gabriel).

"A banda e os outros fãs tiveram muito carinho com Gabriel. Deixaram ele ficar na frente, falaram com ele, e ficaram surpresos com sua animação", conta o tio. "Fiquei impressionado com a recepção e o profissionalismo de uma banda veterana com um garoto brasileiro", elogia o pai. Mais tarde, Gabriel, "extasiado" (como descreve o pai), cantou todos os hits no meio do público em Curitiba.

Fonte: G1

9 respostas para “O que aprendi ao falar no TEDx Talks”

  1. Bom dia. Sou pessoa que gagueja e a vida toda sofri com essa dificuldade. Não consigo me expressar a maneira que gostaria. A gagueira me causa sofrimento, tenho 36 anos e sempre gaguejei. No trabalho isso me causa desconforto, porque as pessoas não entendem o que é a gagueira, alguns riem, outros fazem piadas, outros tem pena de mim. Em entrevistas de emprego sou excluída.
    Não sou uma pessoa considerada ” normal”, mas também não sou considerada deficiente. Esse projeto de lei me trouxe esperança. Muito obrigada pela postagem.

  2. Vcs que tem alguma diferença física dos outros, nuncam se sintam inferiores, somos todos iguais. Deus, Ele nos fez perfeitos com muito amor e todos somos capazes, nunca deixe se elevar pelo sentimento ruim de alguém que não sabe se expressar, qualquer ser humano pode superar suas dificuldades, se orgulhe de vcs, são capazes de fazer sempre o melhor, e use a seu favor: a paciência, benovolência e a calma e toda a sabedoria que vcs tem. Um grande abraço meus irmãos.

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