Programa do Senai qualifica pessoas com deficiência para atender empresas do Estado no MS

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Mais do que representar o cumprimento de uma lei, a inclusão social por meio da inserção no mercado de trabalho significa uma vitória para toda pessoa com deficiência e, por isso, o Senai oferece qualificação para quem deseja atuar nas indústrias. Trata-se do PSAI (Programa Senai de Ações Inclusivas), que em 2014 atendeu 180 pessoas com algum tipo de deficiência em Mato Grosso do Sul.

Segundo a interlocutora do PSAI no Estado, Márcia Emiko Kondo Yamazaki, o Programa visa promover condições de equidade que respeitem a diversidade inerente ao ser humano, gênero, raça, maturidade, deficiência, entre outras características ligadas à vulnerabilidade social. “Nossa intenção é a inclusão e a formação profissional dessas pessoas nos cursos do Senai, com base nos princípios do Decreto Executivo nº 6949/2009, que trata sobre a Convenção dos Direitos das Pessoas com Deficiência”, declarou.

Márcia Yamazaki explica que as pessoas com deficiência – física, auditiva, intelectual, visual ou múltipla – frequentam os cursos do Senai, que identifica as necessidades do aluno, propõe adequações necessárias para possibilitar o ingresso, permanência e sucesso desse aluno nos cursos. “As pessoas qualificadas têm mais chances de inclusão e êxito no mercado de trabalho”, garantiu.

Esse é o caso de Andreia da Silva Batista, deficiente auditiva que fez o curso de costureira eclético no município de Ribas do Rio Pardo e já está trabalhando há um ano na Omega Paper. “Já trabalhei como repositora em um mercado e a costura sempre foi um sonho. Foi aí que procurei o Senai para obter os conhecimentos necessários para ingressar nessa indústria do vestuário Omega que instalou em Ribas do Rio Pardo”, disse, acrescentando que durante o período de aulas teve o auxílio de uma intérprete de libras.

Aluno do curso de assistente administrativo do Senai de Campo Grande, Flávio Henrique Soares Ferraz, 16 anos, é deficiente visual e conseguiu inserir-se no mercado de trabalho e hoje atua como aprendiz nos Correios. “Por meio de pesquisas na Internet descobri que o Senai oferecia essa oportunidade e o Correios estava com vagas abertas. Tanto no curso quanto no trabalho conto com a ajuda de todos, professores, colegas de classe e até meu chefe”, comentou.

Serviço – As empresas e pessoas interessadas em mais informações sobre o PSAI (Programa Senai de Ações Inclusivas) podem obter pelo telefone (67) 3389-9068.

Fonte: Agora MS

9 respostas para “O que aprendi ao falar no TEDx Talks”

  1. Bom dia. Sou pessoa que gagueja e a vida toda sofri com essa dificuldade. Não consigo me expressar a maneira que gostaria. A gagueira me causa sofrimento, tenho 36 anos e sempre gaguejei. No trabalho isso me causa desconforto, porque as pessoas não entendem o que é a gagueira, alguns riem, outros fazem piadas, outros tem pena de mim. Em entrevistas de emprego sou excluída.
    Não sou uma pessoa considerada ” normal”, mas também não sou considerada deficiente. Esse projeto de lei me trouxe esperança. Muito obrigada pela postagem.

  2. Vcs que tem alguma diferença física dos outros, nuncam se sintam inferiores, somos todos iguais. Deus, Ele nos fez perfeitos com muito amor e todos somos capazes, nunca deixe se elevar pelo sentimento ruim de alguém que não sabe se expressar, qualquer ser humano pode superar suas dificuldades, se orgulhe de vcs, são capazes de fazer sempre o melhor, e use a seu favor: a paciência, benovolência e a calma e toda a sabedoria que vcs tem. Um grande abraço meus irmãos.

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