Centro de cuidados a pessoas com deficiência é inaugurado no Papicu, em Fortaleza

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Um local de apoio para pessoas com deficiência e também para os familiares, que muitas vezes não têm condições de oferecer o cuidado adequado. Assim, o prefeito de Fortaleza, Roberto Cláudio (Pros) definiu o Centro-Dia de Referência para Pessoas com Deficiência, inaugurado pela Secretaria de Trabalho, Desenvolvimento Social e Combate à Fome (Setra). O equipamento, localizado no bairro do Papicu, tem o objetivo de oferecer cuidados a jovens e adultos, entre 18 e 59 anos, com deficiência e em situação de dependência.

De acordo com a coordenadora do Centro, Nanci Gomes, o local atende pessoas com múltiplas deficiências, desde a física à intelectual. Serão oferecidos cuidados diversos, além de alimentação e atividades artísticas e culturais. O intuito é promover a convivência comunitária, ampliar as relações sociais e evitar o isolamento. Para Cláudio Ricardo, titular da Setra, o Centro será importante para que os atendidos se sintam inclusos socialmente e tenham atividades voltadas para a limitação de cada um.

“Atividades que melhoram o vínculo comunitário e o dia a dia serão praticadas no Centro. A equipe que vai atender as pessoas com deficiência e seus familiares é qualificada e está preparada para dar a assistência necessária”, conclui Ricardo.

Para ser atendido pelo Centro-Dia de Referência é necessário um encaminhamento dos Centro de Referência da Assistência Social (Cras) e Centros de Referência Especializado da Assistência Social (Creas).

O Centro

O local que sedia o equipamento existe há mais de 40 anos. Lá, funciona também o Recanto Psicossocial, que já atendia pessoas com deficiência. O Centro-Dia de Referência é uma parceria da Prefeitura com o Recanto. O local tem estrutura com acessibilidade e conta com vários profissionais. Dentre eles, cuidadores, assistentes sociais, terapeutas ocupacionais e psicólogos.

Camila Moreira, 20, tem esclerose tuberosa e autismo. Ela é atendida pelo Centro há 10 anos. Solange Moreira, mãe dela, conta que o cuidado e a dedicação dos profissionais que trabalham no local é o que mais chama a atenção. “Até para as mães eles (profissionais) desenvolveram atividades. Nós fazemos artesanatos e ajudamos o Centro com a venda dos produtos. Fico muito feliz com a ajuda que eles me dão em relação à deficiência da minha filha e com o carinho deles pelas famílias”, explica emocionada.

Serviço

Centro-Dia de Referência para Pessoas com Deficiência

Atendimento: De segunda a sexta-feira, das 7h às 17 horas.
Onde: Rua Ari Barroso, 55,

Papicu (próximo ao Hospital Geral de Fortaleza)

Fonte: O Povo

9 respostas para “O que aprendi ao falar no TEDx Talks”

  1. Bom dia. Sou pessoa que gagueja e a vida toda sofri com essa dificuldade. Não consigo me expressar a maneira que gostaria. A gagueira me causa sofrimento, tenho 36 anos e sempre gaguejei. No trabalho isso me causa desconforto, porque as pessoas não entendem o que é a gagueira, alguns riem, outros fazem piadas, outros tem pena de mim. Em entrevistas de emprego sou excluída.
    Não sou uma pessoa considerada ” normal”, mas também não sou considerada deficiente. Esse projeto de lei me trouxe esperança. Muito obrigada pela postagem.

  2. Vcs que tem alguma diferença física dos outros, nuncam se sintam inferiores, somos todos iguais. Deus, Ele nos fez perfeitos com muito amor e todos somos capazes, nunca deixe se elevar pelo sentimento ruim de alguém que não sabe se expressar, qualquer ser humano pode superar suas dificuldades, se orgulhe de vcs, são capazes de fazer sempre o melhor, e use a seu favor: a paciência, benovolência e a calma e toda a sabedoria que vcs tem. Um grande abraço meus irmãos.

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