Tecnologia auxilia alunos com deficiência nas Etecs e Fatecs em SP

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Para facilitar o acompanhamento das aulas, estudantes com deficiência visual das Etecs (Escolas Técnicas Estaduais) e Fatecs (Faculdades de Tecnologia do Estado de São Paulo) contam com equipamentos especiais como lupas eletrônicas, leitores de texto digitais, scanners especiais e máquinas de escrever em Braille.

Desde 2014, o Centro Paula Souza, responsável pelas Etecs e Fatecs, investiu R$ 500 mil na compra de 67 aparelhos com tecnologia de ponta que auxiliam na sala de aula e nos estudos extraclasse. Após a conclusão do curso, o material retorna à instituição para o uso de novos estudantes.

Foram adquiridos 16 scanners especiais (ReadEasy Move) e 16 leitores de textos digitais (Victor Reader Stratus) para deficientes visuais totais. Cada estudante recebe um scanner, que digitaliza textos impressos, e um leitor eletrônico para poder ouvir com a qualidade de voz humana diversos tipos de arquivos gravados. Também foram compradas 35 lupas eletrônicas (I-Loview 7 Full HD), que permitem ampliar e capturar textos e três máquinas de escrever em Braille.

Outras ações

Com o objetivo de explorar todas as potencialidades dos aparelhos e auxiliar os alunos no processo de aprendizagem, os professores das Etecs e Fatecs são capacitados pela ONG Laramara (Associação Brasileira de Assistência à Pessoa com Deficiência Visual).

A instituição ainda disponibiliza transporte e mobiliário adaptados, tecnologias assistivas, intérprete de libras para acompanhar os alunos nas aulas, e também professores cuidadores que auxiliam estudantes que possuam paralisia cerebral ou déficit de atenção.

Outras informações no site do Centro Paula Souza.

Fonte: Portal do Governo do Estado de SP

6 respostas para “O que aprendi ao falar no TEDx Talks”

  1. Bom dia. Sou pessoa que gagueja e a vida toda sofri com essa dificuldade. Não consigo me expressar a maneira que gostaria. A gagueira me causa sofrimento, tenho 36 anos e sempre gaguejei. No trabalho isso me causa desconforto, porque as pessoas não entendem o que é a gagueira, alguns riem, outros fazem piadas, outros tem pena de mim. Em entrevistas de emprego sou excluída.
    Não sou uma pessoa considerada ” normal”, mas também não sou considerada deficiente. Esse projeto de lei me trouxe esperança. Muito obrigada pela postagem.

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