Motoristas e cobradores de ônibus do AM recebem treinamento para atender pessoas com deficiência

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A empresa de transportes urbanos Expresso Coroado, que atende a Zona Leste de Manaus, passa até o final deste mês por uma capacitação para oferecer uma abordagem correta às pessoas com deficiência no transporte coletivo. No total, serão treinados 600 funcionários, entre inspetores, cobradores e motoristas. As aulas são dividas em módulos de 40 participantes.

A capacitação é realizada pelo Conselho Estadual dos Direitos da Pessoa com Deficiência (Conede-AM). O treinamento conta com apoio da Secretaria Estadual dos Direitos da Pessoa com Deficiência (Seped) e consiste em aulas práticas e teóricas sobre a realidade das pessoas que precisam de auxílio para embarcar e desembarcar nos transportes coletivos.

A capacitação foi uma solicitação da própria empresa que busca aperfeiçoar o quadro de colaboradores acerca das terminologias corretas à pessoa com deficiência; direitos e conquistas; condução de cadeirantes, cegos e pessoas com mobilidade reduzida. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Manaus possui 461,4 mil pessoas com algum tipo de deficiência, o equivalente a 23% da população.

O palestrante do curso e presidente do Conede-AM, Mário Célio, afirma que é importante ter esse respeito e conhecimento sobre a rotina das pessoas com deficiência na utilização dos coletivos. “Essa programação conta com explicações sobre conceitos e termos usados para abordar as pessoas. A intenção é que todos possam conduzir de maneira corretas essas pessoas e mostrar que as pessoas com deficiência têm direito a esse transporte de uma maneira mais humanizada. A humanização faz parte da sensibilização”, ressaltou.

O cobrador Marinho Gomes, 36, simulou a entrada e saída de um cadeirante no ônibus. Ele comenta que o aprendizado deve ajudar em seu trabalho no coletivo. “É importante porque são situações que convivemos, pois tem dias que transportamos três cadeirantes por viagem e temos essa missão de ajudar ao próximo”, disse.

Fonte: A Crítica

3 respostas para “O que aprendi ao falar no TEDx Talks”

  1. Bom dia. Sou pessoa que gagueja e a vida toda sofri com essa dificuldade. Não consigo me expressar a maneira que gostaria. A gagueira me causa sofrimento, tenho 36 anos e sempre gaguejei. No trabalho isso me causa desconforto, porque as pessoas não entendem o que é a gagueira, alguns riem, outros fazem piadas, outros tem pena de mim. Em entrevistas de emprego sou excluída.
    Não sou uma pessoa considerada ” normal”, mas também não sou considerada deficiente. Esse projeto de lei me trouxe esperança. Muito obrigada pela postagem.

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