Exposição de Da Vinci recebe público com deficiência em Fortaleza

Compartilhe:

A manhã da última segunda-feira foi diferente para Jocelina Pereira, que tem deficiência visual. Ela foi uma das 50 pessoas com deficiência que fazem parte do projeto SescAtivo e tiveram a oportunidade de conhecer a exposição "Da Vinci", em exibição no shopping Riomar Fortaleza. “Estava em casa quando recebi o convite para vir a exposição. Vim sem saber o que era e amei,” afirma.

A exposição mostra objetos inventados pelo italiano Leonardo Da Vince como o tanque de guerra e o parafuso aéreo, fundamental para a construção do helicóptero séculos mais tarde. Esses objetos não foram construídos na época, porque não havia tecnologia suficiente.

Para Jocelina, a oportunidade de tocar em objetos inventados há muito tempo e que hojecontribuem para a humanidade é muito interessante. “Interessante saber que esses objetos foram criados há muito tempo e hoje auxiliam a humanidade em várias atividades. Também gostei de poder pegar nas obras, coisa incomum em museus, que preferem deixa-las protegidas por vidros,” esclarece.

E observa que os espaços culturais estão mais abertos às pessoas com deficiência. “Percebo uma maior abertura. Creio que é pelo fato das pessoas estarem mais bem informadas e sabem que nós, deficientes, fazemos parte da sociedade e somos clientes em potencial,” disse.

Mais de 60 obras estão expostas, 44 das quais são interativas e podem ser tocadas pelo público. A exposição Da Vince está em exibição até o dia 30 de junho no Riomar Fortaleza.

Fonte: O Povo

6 respostas para “O que aprendi ao falar no TEDx Talks”

  1. Bom dia. Sou pessoa que gagueja e a vida toda sofri com essa dificuldade. Não consigo me expressar a maneira que gostaria. A gagueira me causa sofrimento, tenho 36 anos e sempre gaguejei. No trabalho isso me causa desconforto, porque as pessoas não entendem o que é a gagueira, alguns riem, outros fazem piadas, outros tem pena de mim. Em entrevistas de emprego sou excluída.
    Não sou uma pessoa considerada ” normal”, mas também não sou considerada deficiente. Esse projeto de lei me trouxe esperança. Muito obrigada pela postagem.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *