Livro propõe reflexões sobre inclusão de pessoas com deficiência

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O livro "Cartas de Beirute: Reflexões de Uma Mãe E Feminista Sobre Autismo, Identidade E Os Desafios da Inclusão", de Ana Nunes, acba de ser publicado pela Editora CRV.

A obra é uma coletânea de seis ensaios que podem ser lidos juntos ou separadamente na sequência proposta na publicação, ou na ordem desejada pelo leitor.

Em um misto de relato pessoal e comentário social, a autora fala sobre autismo – mas não só sobre isso. As reflexões de “Cartas de Beirute” são de fácil tradução para as experiências de diferentes leitores. Este é um livro sobre diferença, sobre identidade. Sobre luto como estrada para a aceitação. Sobre maternidade. Sobre machismo e sua interseção com capacitismo. Sobre a falácia de que alguns caminhos são “escolhas” das mulheres. Sobre a construção do Outro. E sobre a desconstrução de conceitos que roubam nossa humanidade – e roubam a Humanidade da riqueza das diferenças.

Supor que livros produzidos por e sobre uma determinada minoria só dizem respeito a este segmento específico é ignorar o que há de universal em qualquer experiência humana. Perceber que há universalidade em nossas especificidades talvez seja o primeiro passo para o respeito às diferenças.

Mas, para perceber, é preciso conhecer – e se dar a conhecer. É preciso romper as barreiras da invisibilidade, do silêncio e da indiferença. É este o exercício que “Cartas de Beirute” propõe ao leitor.

“Cartas de Beirute” está à venda no site da editora.

Fonte: Rádio EBC e Inclusive

3 respostas para “O que aprendi ao falar no TEDx Talks”

  1. Bom dia. Sou pessoa que gagueja e a vida toda sofri com essa dificuldade. Não consigo me expressar a maneira que gostaria. A gagueira me causa sofrimento, tenho 36 anos e sempre gaguejei. No trabalho isso me causa desconforto, porque as pessoas não entendem o que é a gagueira, alguns riem, outros fazem piadas, outros tem pena de mim. Em entrevistas de emprego sou excluída.
    Não sou uma pessoa considerada ” normal”, mas também não sou considerada deficiente. Esse projeto de lei me trouxe esperança. Muito obrigada pela postagem.

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