Dicionário acessível para pessoas com deficiência visual

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A Fundação Dorina Nowill para Cegos tem uma nova versão para o Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa em formato digital acessível Daisy – Digital Accessible Information System. O Instituto Helena Florisbal foi o parceiro para a viabilização deste projeto, que conta com a produção e disponibilização de 5 mil dicionários em português com as novas regras de ortografia.

O projeto visa beneficiar 2 mil pessoas com deficiência de todo o país com material acessível para auxiliá-los nos estudos, consulta a palavras e verbetes, e na leitura de livros e revistas. Cerca de 3 mil instituições, entre escolas, bibliotecas e organiz ações que atuem com pessoas com deficiência visual, terão acesso ao dicionário gratuitamente para disponibilizar ao seu público.

O dicionário em português em formato Daisy é uma tecnologia assistiva e uma ferramenta complementar à formação educacional e cultural das pessoas com deficiência visual. Com ele deve-se estimular o conhecimento e aumentar as ferramentas de acesso à cultura e informação por parte das pessoas cegas ou com baixa visão em computadores, celulares ou tablets. O formato Daisy é o ideal para as pessoas com deficiência visual, principalmente pelas funcionalidades de navegação e leitura, além disso, pode ser acessado a qualquer momento e lugar, basta que o usuário tenha o aplicativo DDReader – Dorina Daisy Reader instalado em seu apare lho.

Sobre o formato Daisy
O formato Daisy permite que o leitor com deficiência visual navegue como se estivesse com o material em mãos. As pessoas cegas ou com baixa visão podem acessar o conteúdo ampliando a fonte e ouvir simultaneamente em voz sintetizada no computador, tablete ou celular com sistema Android. O livro Daisy é editado com notas de rodapé opcionais, marcadores de texto, soletração, leitura integral de abreviaturas e de sinais, além da pronúncia correta de palavras estrangeiras. É um formato que garante a navegabilidade e o acesso à informação para pessoas com deficiência visual.

Sobre a Fundação Dorina Nowill para Cegos
A Fundação Dorina Nowill para Cegos atua há 69 anos para facilitar a inclusão de crianças, jovens e adultos cegos e com baixa visão, por meio de serviços gratuitos e especializados de reabilitação, educação especial, clínica de visão subnormal e programas de empregabilidade. A instituição é referência na produção de livros e revistas acessíveis nos formatos braille, falado e Daisy, distribuídos gratuitamente para pessoas com deficiência visual e para escolas, bibliotecas e organizações em todo o Brasil. www.fundacaodorina.org.br | (11) 5087-0999

9 respostas para “O que aprendi ao falar no TEDx Talks”

  1. Bom dia. Sou pessoa que gagueja e a vida toda sofri com essa dificuldade. Não consigo me expressar a maneira que gostaria. A gagueira me causa sofrimento, tenho 36 anos e sempre gaguejei. No trabalho isso me causa desconforto, porque as pessoas não entendem o que é a gagueira, alguns riem, outros fazem piadas, outros tem pena de mim. Em entrevistas de emprego sou excluída.
    Não sou uma pessoa considerada ” normal”, mas também não sou considerada deficiente. Esse projeto de lei me trouxe esperança. Muito obrigada pela postagem.

  2. Vcs que tem alguma diferença física dos outros, nuncam se sintam inferiores, somos todos iguais. Deus, Ele nos fez perfeitos com muito amor e todos somos capazes, nunca deixe se elevar pelo sentimento ruim de alguém que não sabe se expressar, qualquer ser humano pode superar suas dificuldades, se orgulhe de vcs, são capazes de fazer sempre o melhor, e use a seu favor: a paciência, benovolência e a calma e toda a sabedoria que vcs tem. Um grande abraço meus irmãos.

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