Festival de cinema mostra histórias de pessoas com deficiência

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Vitor, de 48 anos de idade, tem Síndrome de Down e quer conquistar sua independência. Seu sonho virou parte do documentário “E Agora José, Maria, João…”.  A adaptação de uma criança que depois de um implante passou a escutar o mundo está no curta “Marcelo”.

Estas e outras muitas histórias fazem parte da sétima edição do Festival “Assim Vivemos”. Ao todo, são 33 filmes de 20 países foram selecionados para o Festival Internacional de Filmes Sobre Deficiência.

De acordo com a curadora da mostra, Lara Pozzobon,  um dos pontos fortes é a diversidade de culturas. São documentários, animações e ficções que têm como protagonistas, em sua maioria das vezes, pessoas com deficiência. Lara diz que este ano o festival evidencia a questão da autonomia da pessoa com deficiência. 

A sétima edição do Festival “Assim Vivemos” fica em cartaz no Centro Cultural do Banco do Brasil (CCBB) no Centro do Rio de Janeiro até o dia 17 de agosto, e depois segue para São Paulo e Brasília.

O festival oferece em todas as sessões audiodescrição e legendas closed caption em todas as sessões.

Fonte: EBC

6 respostas para “O que aprendi ao falar no TEDx Talks”

  1. Bom dia. Sou pessoa que gagueja e a vida toda sofri com essa dificuldade. Não consigo me expressar a maneira que gostaria. A gagueira me causa sofrimento, tenho 36 anos e sempre gaguejei. No trabalho isso me causa desconforto, porque as pessoas não entendem o que é a gagueira, alguns riem, outros fazem piadas, outros tem pena de mim. Em entrevistas de emprego sou excluída.
    Não sou uma pessoa considerada ” normal”, mas também não sou considerada deficiente. Esse projeto de lei me trouxe esperança. Muito obrigada pela postagem.

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