Pai idealiza app sobre acessibilidade para ajudar filho com deficiência física

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O amor pelo filho, a paixão pelo rock e a falta de informações sobre acessibilidade em shows fizeram com que o empresário catarinense Guto Alperstedt idealizasse um aplicativo para ajudar Henrique, que nasceu com uma deficiência física, a frequentar apresentações de suas bandas favoritas.

Segundo Guto, a convivência dos dois sempre foi embalada com a trilha do rock. Apaixonado por bandas como Beatles, Henrique, que tem uma limitação física desde a infância, conta que perdeu shows por causa da ausência de detalhes sobre os locais e acessos aos eventos. Por isso, ambos ficaram em casa, o que acabava gerando frustração.

Para tentar resolver de vez essa questão, Guto e a esposa encararam um desafio. Mesmo sem terem  experiência na área de tecnologia, eles foram selecionados entre 400 inscritos para participar deste laboratório de ideias. E a dificuldade vai se transformar em uma solução não só para Henrique, mas para outros que compartilham a mesma inquietação.

Com o projeto 'Eu chego lá',  a família quer criar um aplicativo de celular que reúna informações sobre locais de shows e teatros em que todos possam circular facilmente. Assim, ninguém vai deixar de sair de casa por que tem duvida quanto à acessibilidade. "É para ajudar não só o meu filho, mas esses quase 30% de brasileiros que tem a mobilidade reduzida", afirmou o pai.

E o projeto, que deve sair do papel em quatro meses, só reforça uma das lições que Guto sempre ensinou ao filho: seja qual for a dificuldade, é preciso encará-la e seguir em frente.

Fonte: G1

9 respostas para “O que aprendi ao falar no TEDx Talks”

  1. Bom dia. Sou pessoa que gagueja e a vida toda sofri com essa dificuldade. Não consigo me expressar a maneira que gostaria. A gagueira me causa sofrimento, tenho 36 anos e sempre gaguejei. No trabalho isso me causa desconforto, porque as pessoas não entendem o que é a gagueira, alguns riem, outros fazem piadas, outros tem pena de mim. Em entrevistas de emprego sou excluída.
    Não sou uma pessoa considerada ” normal”, mas também não sou considerada deficiente. Esse projeto de lei me trouxe esperança. Muito obrigada pela postagem.

  2. Vcs que tem alguma diferença física dos outros, nuncam se sintam inferiores, somos todos iguais. Deus, Ele nos fez perfeitos com muito amor e todos somos capazes, nunca deixe se elevar pelo sentimento ruim de alguém que não sabe se expressar, qualquer ser humano pode superar suas dificuldades, se orgulhe de vcs, são capazes de fazer sempre o melhor, e use a seu favor: a paciência, benovolência e a calma e toda a sabedoria que vcs tem. Um grande abraço meus irmãos.

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