Exposição no Memorial da Inclusão, em SP, aborda diferenças e preconceitos

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O Memorial da Inclusão, da Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo, apresenta a exposição “Além da Pele: A beleza da alma e da família”, uma mostra que coloca em pauta a diferença e o preconceito.

Em 15 fotografias distintas, crianças e jovens com doenças de pele são retratados individualmente ou acompanhados por suas mães. Por meio da fotografia artística, produzidas pela dermatologista e fotógrafa Régia Patriota, a mostra busca trazer uma nova linguagem e refletir sobre o preconceito que a pessoa com doença de pele sofre, algo parecido com que sofrem as pessoas com deficiência, em função de sua aparência.

Visando conscientizar e promover a inclusão de pessoas com deficiência, por meio de mostras artísticas e acervo documental, o Memorial da Inclusão busca temas diversos em relação aos direitos humanos. A exposição “Além da Pele” instiga o público à reflexão acerca de paradigmas no combate à discriminação.

A coordenadora do Memorial da Inclusão, Elza Ambrosio destaca que esta exposição é distinta do habitual. “Como trabalhamos com direitos humanos, nós trabalhamos com o diferente, e a mesma questão da discriminação que a gente sente com a relação à pessoa com deficiência, essas pessoas com doenças de pele sentem o mesmo preconceito”.

A exposição conta com o apoio da Associação Paulista de Medicina (APM), da Secretaria da Cultura do Governo do Estado de São Paulo e dos Laboratórios Aché. Recebe visitação do público, de 04 a 28 de Agosto, de segunda a sexta, das 10h às 17h. O Memorial recebe grupos acima de 10 pessoas. Agendamento pelo e-mail: memorial@sedpcd.sp.gov.br.

Serviço:
Exposição Além da Pele: A Beleza da Alma e da Família
Data: de 04 a 28 de agosto
Horário: de segunda à sexta, das 10h às 17h.
Endereço: Av. Auro Soares de Moura Andrade, 564 – Portão 10 – Barra Funda – São Paulo – SP (próximo da estação Barra Funda do metrô e trem)
Informações e agendamento de grupos: (11) 5212.3727 e memorial@sedpcd.sp.gov.br

Entrada gratuita

9 respostas para “O que aprendi ao falar no TEDx Talks”

  1. Bom dia. Sou pessoa que gagueja e a vida toda sofri com essa dificuldade. Não consigo me expressar a maneira que gostaria. A gagueira me causa sofrimento, tenho 36 anos e sempre gaguejei. No trabalho isso me causa desconforto, porque as pessoas não entendem o que é a gagueira, alguns riem, outros fazem piadas, outros tem pena de mim. Em entrevistas de emprego sou excluída.
    Não sou uma pessoa considerada ” normal”, mas também não sou considerada deficiente. Esse projeto de lei me trouxe esperança. Muito obrigada pela postagem.

  2. Vcs que tem alguma diferença física dos outros, nuncam se sintam inferiores, somos todos iguais. Deus, Ele nos fez perfeitos com muito amor e todos somos capazes, nunca deixe se elevar pelo sentimento ruim de alguém que não sabe se expressar, qualquer ser humano pode superar suas dificuldades, se orgulhe de vcs, são capazes de fazer sempre o melhor, e use a seu favor: a paciência, benovolência e a calma e toda a sabedoria que vcs tem. Um grande abraço meus irmãos.

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