Jovem cria carrinho de bebê adaptado para mães com deficiência física

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Paraplégica desde a infância, a americana Sharina Jones, de 35 anos, sempre usou uma cadeira de rodas para fazer suas atividades diárias. No entanto, após descobrir que estava grávida, a mulher começou a questionar como faria para se movimentar, de forma independente, com o bebê.

A solução para Sharina, que também irá ajudar muitas outras pessoas, foi uma adaptação feita pelo estudante Alden Kane, de 16 anos. O morador de Michigan (EUA) desenvolveu um jeito de acoplar uma cadeirinha de bebê em uma base feita de tubos de metal, que tem a estrutura semelhante a um carrinho de bebê. O 'carrinho' pode ser acoplado à cadeira de rodas, e permite que pessoas com algum problema de mobilidade levem crianças para passear.

"Ele foi projetado especificamente para anexar a uma cadeira de rodas. Em certo sentido, é um carrinho de criança, mas em vez de ter ma pessoa o empurrando, terá uma cadeira de rodas", explica Alden.
A ideia de Alden surgiu após o estudante conhecer Sharina e o marido dela, Grover Jones II. "Eu estava pensando no futuro, porque você sempre tem de pensar lá na frente. Após a consulta com o médico, nós começamos a nos perguntar: como nós vamos fazer isso? e aquilo?", contou Sharina entrevista ao Today, programa da TV norte-americana.

Sharina soube da parceria entre duas universidades de Detroit, que pretendiam criar projetos para ajudar no cotidiano de pessoas com deficiências físicas, e resolveu expor seu caso. Alden era um dos estudantes inscritos no programa. Ele ficou responsável pelo projeto e trabalhou em um protótipo durante seis meses.

Atualmente na 10ª semana de gestação, Sharina sente que ficará mais livre e poderá sair com o filho, sem precisar de ajuda, após o nascimento dele. "Eu amei. Facilita tanto as coisas", disse ela ao Today.

Recompensado pela felicidade de Sharina, a meta de Alden, agora, é trabalhar para tornar o produto acessível para outras pessoas.

Um vídeo publicado no YouTube, em julho deste ano, mostra uma demonstração do item:

Fonte: RedeTV!

9 respostas para “O que aprendi ao falar no TEDx Talks”

  1. Bom dia. Sou pessoa que gagueja e a vida toda sofri com essa dificuldade. Não consigo me expressar a maneira que gostaria. A gagueira me causa sofrimento, tenho 36 anos e sempre gaguejei. No trabalho isso me causa desconforto, porque as pessoas não entendem o que é a gagueira, alguns riem, outros fazem piadas, outros tem pena de mim. Em entrevistas de emprego sou excluída.
    Não sou uma pessoa considerada ” normal”, mas também não sou considerada deficiente. Esse projeto de lei me trouxe esperança. Muito obrigada pela postagem.

  2. Vcs que tem alguma diferença física dos outros, nuncam se sintam inferiores, somos todos iguais. Deus, Ele nos fez perfeitos com muito amor e todos somos capazes, nunca deixe se elevar pelo sentimento ruim de alguém que não sabe se expressar, qualquer ser humano pode superar suas dificuldades, se orgulhe de vcs, são capazes de fazer sempre o melhor, e use a seu favor: a paciência, benovolência e a calma e toda a sabedoria que vcs tem. Um grande abraço meus irmãos.

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