Evento no CCBB propõe roda de conversa sobre mediação para pessoas com deficiência

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Debater e trocar experiências sobre atividades, práticas e conteúdos desenvolvidos no programa educativo do Centro Cultural Banco do Brasil – CCBB entre a equipe, professores de escolas e educadores de instituições culturais é o cerne do Práticas e Reflexões. O encontro atende ao propósito de trocar experiências e construir uma parceria entre a realidade das escolas e a prática dos museus. Os interessados em participar devem retirar senha a partir das 9h, no balcão de informações do CCBB.

Nesta esta edição, o Práticas e Reflexões vai abordar a mediação para pessoas com deficiência. Por isso, o tema proposto para o debate será a acessibilidade estética e as estratégias pedagógicas na educação do deficiente. Camila Alves, educadora cega do CCBB educativo do Rio de Janeiro, trará sua experiência e pesquisa com ênfase na acessibilidade estética para pessoas com deficiência em exposições de artes.

O trabalho realizado pela educadora conta com diversas ações acessíveis, como recursos sonoros e táteis que ambientam o público e trazem conceitos explorados nas exposições. A ideia é promover um intercâmbio de vivências e métodos utilizados nos setores educativos de instituições culturais e suas ações ao público com deficiência.

O público participante é convidado para uma roda de conversa, que traz como tema principal uma discussão sobre acessibilidade estética, seu fazer e suas possibilidades de interação.

Além da acessibilidade estética serão debatidas as ações elaboradas pelo CCBB Educativo e seus possíveis desdobramentos em sala de aula. O encontro será apresentado pelos coordenadores das ações educativas do CCBB e pela convidada Camila Alves.

Serviço
Práticas e Reflexões
Data: 7/11, das 10h às 12h
Local: Cinema do Centro Cultural Banco do Brasil – CCBB Brasília
Retirada de senha a partir das 9h no balcão de informações

3 respostas para “O que aprendi ao falar no TEDx Talks”

  1. Bom dia. Sou pessoa que gagueja e a vida toda sofri com essa dificuldade. Não consigo me expressar a maneira que gostaria. A gagueira me causa sofrimento, tenho 36 anos e sempre gaguejei. No trabalho isso me causa desconforto, porque as pessoas não entendem o que é a gagueira, alguns riem, outros fazem piadas, outros tem pena de mim. Em entrevistas de emprego sou excluída.
    Não sou uma pessoa considerada ” normal”, mas também não sou considerada deficiente. Esse projeto de lei me trouxe esperança. Muito obrigada pela postagem.

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