Conferência debate direitos das pessoas com deficiência

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As conferências são momentos ímpares para a consolidação e o fortalecimento da participação da pessoa com deficiência na defesa de seus interesses. Elas representam um passo decisivo na atualização da Política Estadual da Pessoa com Deficiência.

É com esse objetivo que será realizada em Rio Branco, nos dias 17 e 18, a II Conferência Estadual dos Direitos das Pessoas com Deficiência, no teatro da Universidade Federal do Acre (Ufac).

A Conferência tem como tema “Os desafios na implementação da política da pessoa com deficiência: a transversalidade como radicalidade dos direitos humanos”.

Para o secretário de Estado de Desenvolvimento Social, Gabriel Maia, a realização da Conferência Estadual surge com uma proposta de inovação no método e na abordagem feitos até então.

“A necessidade de superar a forma tradicional e compartimentalizada de implementação das políticas sociais se apresenta como o principal desafio frente à necessidade de interação e transversalidade das áreas”, destacou Maia.

Ainda segundo o gestor, nos dois dias, será debatida a política da pessoa com deficiência, por meio de uma abordagem ampla e agregadora, tanto no que se refere às políticas setoriais, quanto no diálogo com outras temáticas que se relacionam aos direitos humanos: gênero, raça, orientação sexual e ciclos de vida, por exemplo.

O evento será realizado pelo Conselho Estadual dos Direitos da Pessoa com Deficiência (Conede) e governo do Estado, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Social (Seds).

Fonte: Notícias do Acre

6 respostas para “O que aprendi ao falar no TEDx Talks”

  1. Bom dia. Sou pessoa que gagueja e a vida toda sofri com essa dificuldade. Não consigo me expressar a maneira que gostaria. A gagueira me causa sofrimento, tenho 36 anos e sempre gaguejei. No trabalho isso me causa desconforto, porque as pessoas não entendem o que é a gagueira, alguns riem, outros fazem piadas, outros tem pena de mim. Em entrevistas de emprego sou excluída.
    Não sou uma pessoa considerada ” normal”, mas também não sou considerada deficiente. Esse projeto de lei me trouxe esperança. Muito obrigada pela postagem.

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