Comissão aprova taxímetro adaptado para pessoas com deficiência

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A Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência aprovou, na última quarta-feira (25), proposta que obriga os taxistas a oferecerem em seus veículos equipamento de áudio que informe às pessoas com deficiência visual o tipo e valor da bandeirada, o custo final da corrida e a quilometragem total percorrida.

O texto, que modifica a Lei da Acessibilidade (10.098/00), também determina a adaptação de 3% da frota de táxis para atender a pessoas com deficiência em geral.

Relator na comissão, o deputado Aelton Freitas (PR-MG) recomendou a aprovação das duas alterações na forma do substitutivo adotado pela Comissão de Viação e Transportes, que unificou em um só texto os projetos de lei 7888/14 e 1889/15.

"As proposições têm o mérito de atender à previsão legal que obriga o poder público a eliminar barreiras urbanísticas, arquitetônicas, de transporte e de comunicação para pessoas com deficiência, suprindo a lacuna legal existente em relação ao serviço de táxi", diz Freitas em seu parecer.

Tramitação

A proposta, que tramita em caráter conclusivo, será analisada ainda pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ).

ÍNTEGRA DA PROPOSTA:

PL-7888/2014
PL-1889/2015


Fonte: Agência Câmara de Notícias

6 respostas para “O que aprendi ao falar no TEDx Talks”

  1. Bom dia. Sou pessoa que gagueja e a vida toda sofri com essa dificuldade. Não consigo me expressar a maneira que gostaria. A gagueira me causa sofrimento, tenho 36 anos e sempre gaguejei. No trabalho isso me causa desconforto, porque as pessoas não entendem o que é a gagueira, alguns riem, outros fazem piadas, outros tem pena de mim. Em entrevistas de emprego sou excluída.
    Não sou uma pessoa considerada ” normal”, mas também não sou considerada deficiente. Esse projeto de lei me trouxe esperança. Muito obrigada pela postagem.

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