Aluna convida amigo com deficiência para baile e emociona a internet

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Uma estudante americana convidando o amigo com deficiência para o baile de formatura do ensino médio emocionou os internautas nesta semana. O vídeo do momento já foi visto por mais de 3 milhões de pessoas e compartilhado mais de 60 mil vezes.

"Conheci Ben Davis há dois anos e desde então nos tornamos bons amigos. Ele é uma pessoa doce com um bom coração e é uma honra poder convidá-lo para a formatura", comentou a estudante Vee Nguyen, de 19 anos, ao Detroit Free Press.

O convite aconteceu na quadra da Everett High School, que fica em Lansing, no Estado americano do Michigan, antes de um evento esportivo. Três estudantes trouxeram uma caixa na qual podia-se ler: "Te convidaria para o baile de formatura se porcos voassem". Em seguida, foram soltos quatro balões com os rostos de porquinhos desenhados.

Ben foi virado na cadeira de rodas para poder ver a amiga Vee ao lado de outras estudantes que vestiam camisetas com a palavra "formatura". O aluno, de 16 anos, aceitou o pedido.

Deficiência

Ben possui neurodegeneração associada a pantotenato quinase, uma rara síndrome na qual ocorre acúmulo cerebral de ferro. Entre os sintomas estão lentidão na execução de movimentos, rigidez e espasmos musculares, movimentos involuntários, dificuldade para engolir e falar e convulsões.

O estudante conheceu Vee em 2014 enquanto ela participava de um projeto que dá suporte a alunos com algum tipo de necessidade especial. "Comecei a falar com ele e vê-lo todos os dias. Almoçávamos juntos e iniciávamos pequenas conversas, uma vez que é difícil para ele falar", conta.

"Pensei que fazer isso [convidá-lo para a formatura] na quadra seria uma ótima ideia para disseminar a mensagem e fazer com que todos saibam que ninguém merece ser tratado de forma diferente. Aparência envelhece, mas a personalidade é o que faz uma pessoa bonita."

Fonte: UOL

6 respostas para “O que aprendi ao falar no TEDx Talks”

  1. Bom dia. Sou pessoa que gagueja e a vida toda sofri com essa dificuldade. Não consigo me expressar a maneira que gostaria. A gagueira me causa sofrimento, tenho 36 anos e sempre gaguejei. No trabalho isso me causa desconforto, porque as pessoas não entendem o que é a gagueira, alguns riem, outros fazem piadas, outros tem pena de mim. Em entrevistas de emprego sou excluída.
    Não sou uma pessoa considerada ” normal”, mas também não sou considerada deficiente. Esse projeto de lei me trouxe esperança. Muito obrigada pela postagem.

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