Memorial da Inclusão recebe exposição com reproduções de Tarsila do Amaral produzidas por pessoas com deficiência

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Entre os dias 7 de março e 26 de abril, de segunda a sexta, das 10h às 17h, o Memorial da Inclusão recebe a exposição “Arte Eficiente: Tarsila do Amaral”. Trata-se de uma mostra com 19 telas, 2 esculturas e um mosaico de placas de imãs de releituras de obras da artista brasileira Tarsila do Amaral produzidas por pessoas com deficiência física e intelectual do Centro de Desenvolvimento Social, Educacional e Cultura Bem-me-Quer.

A exposição, voltada para pessoas com e sem deficiência, traz obras conhecidas como “O Abapuru”, “A Negra” e “O Mamoeiro” produzidas com tinta acrílica e argila. A mostra contará com esculturas táteis, telas interativas, audiodescrição e legenda com caracteres ampliados e em braile.

O Memorial da Inclusão aborda cada uma das quatro deficiências – auditiva, visual, intelectual e física – e conta com atrações como a Sala Preparatória dos Sentidos: um local escuro com painéis de texturas diversas, alteração de temperatura e sensores sonoros e olfativos.

Inaugurado no dia 3 de dezembro de 2009, o Memorial da Inclusão: os Caminhos da Pessoa com Deficiência tem o propósito de reunir em um só espaço fotografias, documentos, manuscritos, áudios, vídeos e referências aos principais personagens, às lutas e às várias iniciativas que incentivaram as conquistas e melhores oportunidades às pessoas com deficiências.

Serviço:

Exposição Arte Eficiente: Tarsila do Amaral
Data: até 26 de abril (de segunda a sexta-feira)
Horário: das 10h às 17h
Local: Memorial da Inclusão – Sede da Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo
Endereço: Av. Auro Soares de Moura Andrade, 564 – Portão 10 – Barra Funda – São Paulo/SP
Visitas agendadas: memorial@sedpcd.sp.gov.br  ou (11) 5212-3727
Entrada gratuita

Fonte: Assessoria

9 respostas para “O que aprendi ao falar no TEDx Talks”

  1. Bom dia. Sou pessoa que gagueja e a vida toda sofri com essa dificuldade. Não consigo me expressar a maneira que gostaria. A gagueira me causa sofrimento, tenho 36 anos e sempre gaguejei. No trabalho isso me causa desconforto, porque as pessoas não entendem o que é a gagueira, alguns riem, outros fazem piadas, outros tem pena de mim. Em entrevistas de emprego sou excluída.
    Não sou uma pessoa considerada ” normal”, mas também não sou considerada deficiente. Esse projeto de lei me trouxe esperança. Muito obrigada pela postagem.

  2. Vcs que tem alguma diferença física dos outros, nuncam se sintam inferiores, somos todos iguais. Deus, Ele nos fez perfeitos com muito amor e todos somos capazes, nunca deixe se elevar pelo sentimento ruim de alguém que não sabe se expressar, qualquer ser humano pode superar suas dificuldades, se orgulhe de vcs, são capazes de fazer sempre o melhor, e use a seu favor: a paciência, benovolência e a calma e toda a sabedoria que vcs tem. Um grande abraço meus irmãos.

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