Procon disponibiliza download de livro sobre inclusão social para pessoas com deficiência visual

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Com o objetivo de aumentar a acessibilidade nos meios de comunicação, a Superintendência de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon/AL), em apoio à Secretaria da Mulher e dos Direitos Humanos, disponibilizou em seu site o download da primeira coletânea de textos jurídicos sobre inclusão social e direitos da pessoa com deficiência em Alagoas para deficientes visuais.

A superintendente Flávia Cavalcante destaca a importância da informação à pessoa com deficiência: “Estamos focados em aumentar a acessibilidade nos meios de comunicação ao consumidor, e este livro em audiodescrição é um exemplo disso. Depois da implantação do hand talk para deficientes auditivos em nosso site, buscamos aumentar o acesso à informação também para deficientes visuais”.

E complementa: “Atenta a essas necessidades, nossa equipe está empenhada em buscar o aumento da acessibilidade. Nossa missão como instituição é realizar o direito humano ao consumo, inclusive àquelas que têm deficiência”.

Breve apresentação do livro

Rita Mendonça, Elder Soares e Francisco Lima, com a iniciativa de Sérgio Coutinho e o apoio técnico de Bob Omena, revolucionam ao criar a obra reflexiva, do ponto de vista jurídico, sobre a Convenção dos Direitos das Pessoas com Deficiência.

Os organizadores da obra trouxeram artigos em diversos campos de investigação para entender como se efetiva a convenção no cotidiano das políticas públicas brasileiras.

Foram selecionados diversos colaboradores, de diferentes ofícios e formações, como pesquisadores e outros gestores de políticas públicas, advogados, cientistas sociais, sem a homogeneidade tão comum das coletâneas. Assim, foi garantida a melhor interpretada da convenção, através de diferentes pontos de vista.

Para acessar a coletânea e fazer o download em PDF, acesse: http://bit.ly/1LbtAOb

Fonte: Agência Alagoas

6 respostas para “O que aprendi ao falar no TEDx Talks”

  1. Bom dia. Sou pessoa que gagueja e a vida toda sofri com essa dificuldade. Não consigo me expressar a maneira que gostaria. A gagueira me causa sofrimento, tenho 36 anos e sempre gaguejei. No trabalho isso me causa desconforto, porque as pessoas não entendem o que é a gagueira, alguns riem, outros fazem piadas, outros tem pena de mim. Em entrevistas de emprego sou excluída.
    Não sou uma pessoa considerada ” normal”, mas também não sou considerada deficiente. Esse projeto de lei me trouxe esperança. Muito obrigada pela postagem.

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